Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Avicultura

Risco de embargo menor

União Europeia vai estabelecer limite de resíduo de um remédio para aves e pode beneficiar exportações brasileiras.

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Risco de embargo menor

A União Européia vai estabelecer o limite de resíduo de um remédio utilizado na prevenção de doenças em aves. A novidade vai diminuir os riscos de embargo à carne brasileira.

Doença comum entre aves, a eimeriose ataca o sistema digestivo, podendo levar o animal à morte. Para evitar perdas, um medicamento específico é jogado na ração. Até agora, a União Europeia não havia definido um limite de tolerância do remédio na carne de frango, o que provocava instabilidade para os exportadores. Entretanto, a partir do dia 26 deste mês, a UE passará a exigir como limite de resíduo a proporção de 15 mil microgramas por quilo, situação, que segundo o Ministério da Agricultura deixará os produtores brasileiros bem tranqüilos já que eles seguem atualmente um limite bem mais apertado de 200 microgramas por quilo, seguindo a orientação do Códex Alimentarius, organismo internacional que trata da qualidade dos alimentos.

“A chance de ter um rechaço desse carregamento vai ser muito pequena, porque de forma geral o que a gente vem trabalhando nos fóruns internacionais é que os países aceitem e reconheçam os índices estabelecidos pelo Códex Alimentarius”, diz o coordenador do Programa Nacional de Controle de Resíduos do Ministério da Agricultura, Leandro Feijó.

Para a indústria avícola brasileira, o limite estabelecido pelo bloco favorece o setor.

“Para o país, isso é bom, porque o nosso risco de ter alguma carga rejeitada é muito menor. Além disso, a UE é formadora de opinião. Muitos países não têm um serviço veterinário tão bem organizado, então muitos seguem os padrões definidos para União Européia”, explica o diretor de produção da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Ariel Mendes.

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