Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Estudos indicam recuperação de biomassa em Angola

Indicador da recuperação da biomassa dos principais recursos pesqueiros do país é positivo.

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Estudos indicam recuperação de biomassa em Angola

Estudos realizados este ano pelo Instituto Nacional de Investigação Pesqueira (INIP) indicam a recuperação da biomassa dos principais recursos pesqueiros de Angola, disse hoje, em Luanda, a ministra das Pescas, Vitória de Barros Neto.

De acordo com a governante, que falava na abertura das XVI jornadas Técnico-científicas do INIP, o indicador de recuperação é positivo, pois permite continuar a aplicar as medidas de conservação recomendadas.

Para a ministra, apesar dos recursos biológicos aquáticos serem renováveis são limitados e necessitam de um ordenamento adequado, visando manter uma exploração sustentável ao longo do tempo.

“As ciências pesqueiras, que englobam o estudo da biologia e da oceanografia, permitem conhecer os processos que afectam os recursos pesqueiros”, disse.

Segundo Vitória de Barros Neto, para uma boa gestão dos recursos pesqueiros, os conhecimentos sobre os recursos aquáticos devem incluir igualmente os aspectos económicos, através do estudo da bioeconomia e os aspectos técnicos que permitem aumentar o valor do pescado, através da aplicação de tecnologias adequadas para a pesca e transformação do pescado.

“Como se sabe, os recursos vivos dos mares não reconhecem as fronteiras territoriais impostas pelo homem, por isso a gestão das pescas a nível nacional é feita de forma centralizada, através da definição de quotas de capturas e de níveis de esforço de pesca definidos com base no trabalho de investigação científica, realizado pelo Instituto Nacional de Investigação Pesqueira, complementados pela informação das capturas”, esclareceu.

Nas jornadas que terminam hoje os participantes estão a discutir, entre outros pontos, recursos pesqueiros e biodiversidade, controlo de qualidade dos produtos da pesca e o ambiente.

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