Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Bioenergia

Rússia constrói usina nuclear no mar

Os russos pretendem usar a energia para alimentar bombas de dessalinização de água, gerando até 240 mil metros cúbicos por dia.

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Rússia constrói usina nuclear no mar

A energia nuclear ficou com a imagem arranhada pelo desastre de Fukushima, no Japão, em 2011. Mas os russos dizem ter a resposta: uma usina flutuante. Ela se chama Acadêmico Lomonosov – homenagem a Mikhail Lomonosov, físico russo do século 18 – e está em plena construção. Seus dois reatores já foram instalados e devem ser ligados entre 2016 e 2019. Eles produzirão eletricidade suficiente para 200 mil pessoas. Mas a usina está sendo montada na costa de Pevek, cidadezinha de apenas 4 mil habitantes no nordeste da Rússia. Isso porque a proposta não é abastecer a população, e sim testar a nova tecnologia num local remoto.

Os russos pretendem usar a energia para alimentar bombas de dessalinização de água, gerando até 240 mil metros cúbicos por dia. Se tudo der certo, a ideia é vender usinas do tipo para países que sofrem com seca. Como está dentro do mar, a usina flutuante tem como vantagem ser imune a terremotos como o de Fukushima. Em tese, também é mais resistente a tsunamis, pois pode subir e descer junto com as ondas. E tem acesso a um suprimento inextinguível de água (do oceano) para refrigerar os reatores.

Mas o projeto tem recebido críticas. “A usina pode ser inundada por elevações no nível do mar”, diz a americana Alicia Dressman, especialista em energia nuclear. Os russos dizem que não há risco, pois a usina tem compartimentos para receber a água. “Em caso de inundação, a estação continua à tona”, rebate Víktor Ivaniuk, engenheiro responsável pela obra.

Os críticos da ideia dizem que, em caso de vazamento, a usina contaminaria o mar – pois não haveria como conter o fluxo de materiais radioativos. Mesmo questionada, a tecnologia já é cogitada por outros países, como China e EUA.

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