Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,36 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,11 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,34 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 152,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 172,27 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,53 / cx
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Frango - Indicador SPR$ 7,23 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.338,21 / t
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Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 148,78 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,53 / cx
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Sem gaiolas

O RSPCA, entidade protetora do bem-estar animal, quer proibir o uso de gaiolas de poedeiras comerciais dentro da avicultura de postura.

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O Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), entidade protetora do bem-estar animal, não quer o atraso da proibição do uso de gaiolas de poedeiras comerciais entro da avicultura de postura. Tal procedimento deverá ser obrigatório na União Européia em 2012.

O ministro da agricultura francês, Michel Barnier, mostrou-se contra o atraso proposto durante uma reunião do Intergrupo do Parlamento Europeu sobre a Conservação e Bem-Estar dos Animais. O RSPCA recebeu bem a posição da França, entretanto, é válido lembrar que a proibição será válida apenas para as gaiolas convencionais. A entidade quer a inclusão das gaiolas enriquecidas. "Mesmo que melhores que a gaiola convencional, do ponto da vista das aves, a gaiola enriquecida não traz muitos benefícios", afirmou Alice Clark, cientista animal do RSPCA. "Nós vamos encorajar as pessoas a não comprarem ovos de produtores que utilizem gaiolas".

Nova regra – Na União Européia está proibida a instalação de novas granjas com gaiolas convencionais, e, até 2012, todas as granjas deverão mudar seu sistema para gaiolas “enriquecidas” (adaptadas para permitir maior bem-estar aos animais) ou mesmo banir as gaiolas. Para visualizar a nota original, clique aqui.

Opinião
Veja os comentários da pesquisadora Helenice Mazzuco, da Embrapa Suínos e Aves, da Área de Nutrição e Fisiologia Avícola (
hmazzuco@cnpsa.embrapa.br )

Considerando a campanha do RSPCA para o banimento das gaiolas de poedeiras comerciais, inclusive as chamadas gaiolas "enriquecidas", creio que está claro a posição deles como "grupo de proteção" ou "prevenção da crueldade aos animais". No entanto, podemos perceber  o apelo pela condição de "confinamento" das aves, em qualquer um dos sistemas de gaiolas contestados e muito mais do que a própria segurança do alimento, ponto este nunca ponderado ou mesmo citado na webpage deles. O lado da segurança alimentar não é considerado quando fomentam que toda e qualquer produção de ovos seja realizada em sistemas de aviários ou "free-range". Recentemente, num estudo publicado no Journal of Applied Poultry Research (v.17, p.11-16, 2008), comprovou-se que a contaminação bacteriana foi superior (mais alta) em ovos oriundos de aves alojadas em gaiolas enriquecidas, ao comparar-se com os ovos oriundos de aves alojadas em gaiolas convencionais. O mesmo foi observado em dois estudos anteriores (publicados no British Poultry Science, v.46 e 47; 2005 e 2006, respectivamente), comparando-se aviários convencionais vs aviários alternativos: alta contaminação bacteriana em ovos ovipostos em piso (ou cama) comparado à baixa contagem observada em ovos procedentes de aviários convencionais (gaiolas). Caso seja totalmente banido o sistema de gaiolas, fica a pergunta de como o mercado interno (do Reino Unido) será suprido, uma vez ser a maioria dos ovos produzidos (63%) oriundos de sistemas convencionais, segundo o que é indicado no site do RSPCA.

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