Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Nestlé nos EUA adota política contra galinhas engaioladas

A companhia, maior fabricante global de alimentos, disse que usa cerca de 20 milhões de libras de ovos anualmente para produzir produtos como biscoitos e sorvetes.

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Nestlé nos EUA adota política contra galinhas engaioladas

A Nestlé informou nesta terça-feira (22.12) que irá parar de usar ovos produzidos por galinhas em gaiolas em seus produtores até 2020, fazendo dela a maior das empresas de alimentos processados a abolir a prática em meio à pressão de consumidores e grupos de direitos do animais.

A companhia, maior fabricante global de alimentos, disse que usa cerca de 20 milhões de libras de ovos anualmente para produzir produtos como biscoitos e sorvetes.

Atualmente, todo o fornecimento de ovos para as operações da Nestlé nos Estados Unidos vem de granjas que utilizam gaiolas, disse em entrevista o presidente da empresa para assuntos corporativos nos EUA, Paul Bakus.

A decisão ocorre em um momento em que a indústria de alimentos está sob forte pressão de grupos ativistas que têm tido sucesso em convencer muitas companhias em adotar práticas de bem-estar animal.

Empresas também têm dito que consumidores estão prestando mais atenção às técnicas de produção dos alimentos, levando o setor a mudar a originação de suas matérias-primas.

Bakus disse que a transição para a produção de ovos sem gaiolas é apoiada pelos atuais fornecedores da Nestlé e que a mudança não deverá aumentar significativamente os custos dos ovos para a empresa. Os EUA são maior mercado da Nestlé.

Companhias como General Mills e Kellog já haviam anunciado este ano que irão originar, até 2025, 100 por cento dos ovos que consomem de produtores que não utilizam gaiolas.

A rede de restaurantes McDonald’s fez um anúncio semelhante em setembro abrangendo alimentos servidos em seus 16 mil restaurantes nos EUA e no Canadá.

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