Saúde Única e doenças emergentes na suinocultura exigem uma abordagem abrangente

A pandemia do coronavírus ressaltou a importância da vigilância e monitoramento das doenças emergentes, especialmente as virais suínas, que impactam não apenas a saúde dos animais, mas também a segurança alimentar e, em alguns casos, a saúde humana. Entre os desafios enfrentados na suinocultura estão as doenças endêmicas, transmitidas por alimentos e transfronteiriças, cada uma exigindo abordagens específicas para evitar perdas econômicas e garantir o bem-estar animal.
A evolução tecnológica na suinocultura tem sido notável, com avanços em genética, nutrição, gestão e eficiência energética. No entanto, as doenças ainda representam uma parcela significativa das perdas na produção. A biosseguridade e o manejo sanitário são fundamentais para prevenir a disseminação de doenças virais, exigindo monitoramento constante da evolução dos agentes virais e a adoção de práticas adequadas.
A Saúde Única, que trata das interações entre saúde animal, humana e ambiental, desempenha um papel crucial na prevenção de zoonoses e pandemias. A colaboração entre países e organizações internacionais é essencial para implementar medidas de controle e garantir a saúde global.
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Confira na edição 310 da Suinocultura Industrial o artigo escrito por Janice Reis Ciacci Zanella, pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves sobre como a aplicação das lições aprendidas em Saúde Única e Doenças Emergentes na sanidade suína requerem uma abordagem abrangente que englobe vigilância, biosseguridade e cooperação internacional.





















