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Financiamento de máquinas cresce 48% no trimestre

Claudio Bernardo de Moraes, Superintendente de Operações do BNDES: dados mostram melhoria generalizada.

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Redação (12/04/07) –  Os número do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o primeiro trimestre comprovam que os investimentos em máquinas e equipamentos prosseguem acelerados, na trilha do aumento dos investimentos totais da economia que no ano passado cresceram 8,7%, já calculados pela nova metodologia do IBGE.

Os desembolsos do Finame, o segmento do banco estatal que financia máquinas e equipamentos, cresceram 48% de janeiro a março, chegando a R$ 3,4 bilhões, contra R$ 2,3 bilhões no mesmo período de 2006.

Ao mesmo tempo, o financiamento para máquinas agrícolas reverteu a tendência negativa do primeiro bimestre. Nos 12 meses encerrados em março, os desembolsos do Finame para máquinas e equipamentos somaram R$ 11,9 bilhões, com aumento de 22,7% sobre os 12 meses anteriores. As compras de máquinas e equipamentos para fins industriais receberam mais 25,3% de financiamentos do BNDES, alcançando R$ 3,1 bilhões de abril do ano passado até março deste ano, contra R$ 2,5 bilhões no ano encerrado em março de 2006. As máquinas para a agroindústria, especialmente a de alimentos, receberam R$ 1,1 bilhão, com aumento de 54% sobre os R$ 700 milhões do período anterior.

As do setor químico e petroquímico tiveram os financiamentos ampliados de R$ 240 milhões para R$ 440 milhões, um crescimento de 84%. E o setor têxtil recebeu R$ 57 milhões, contra R$ 47 milhões no período de 12 meses anterior. Segundo Claudio Bernardo de Moraes, superintendente da Área de Operações Indiretas do BNDES, os três setores foram os destaques na área de máquinas para fins industriais. Para Moraes, não há dúvida que os números do Finame "revelam que está havendo uma melhoria geral na economia do país".

E que aponta para um aumento da oferta futura. Em relação ao setor têxtil, o executivo do BNDES destaca que a reação está acontecendo inteiramente neste ano. No primeiro trimestre, o setor recebeu financiamentos de R$ 43 milhões, cerca de 70% do total recebido no acumulado de 12 meses, mesmo considerando que entre esses R$ 43 milhões possam estar recursos do BNDES automático, que não fazem parte dos R$ 57 milhões do Finame.

No primeiro trimestre de 2006, o setor têxtil havia captado apenas R$ 12 milhões da área de operações indiretas do banco. Os segmentos de agroindústria e o da indústria química e petroquímica também comandaram os desembolsos do BNDES no primeiro trimestre deste ano para a indústria de transformação, mostrando que seus investimentos estão em aceleração. A indústria de transformação recebeu R$ 1,304 bilhão de janeiro a março, contra R$ 753 milhões mo mesmo período do ano passado.

Apesar de no acumulado em 12 meses ainda estar no fundo do poço, com R$ 1,5 bilhão de financiamentos concedidos, enquanto nos 12 meses encerrados em fevereiro de 2005 havia sido atingido o pico de R$ 4,5 bilhões, o Finame Agrícola, que financia colheitadeiras, tratores e implementos agrícolas, começou a mostrar reação no final do primeiro trimestre deste ano. Em janeiro e fevereiro a linha havia emprestado 9% menos do que no mesmo período de 2006. No fechamento de março, a queda foi revertida para um crescimento, ainda tímido, de 3,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.

Em números absolutos, o Finame Agrícola emprestou de janeiro a março R$ 394,4 milhões, contra R$ 381 milhões no mesmo período do ano passado. Moraes destaca que a reação não é desprezível, especialmente quando se conhece a dimensão da queda ocorrida nos dois primeiros trimestres anteriores. No primeiro de 2005, a queda foi de 32% sobre o primeiro de 2004. No primeiro de 2006, os números foram 47,5% menores do que os de 2005.

O executivo do BNDES estima que o Finame Agrícola fechará o ano com financiamentos totais de R$ 2,1 bilhões, ainda longe, por exemplo, dos R$ 2,9 bilhões de 2003. Além da expectativa de melhora do setor agrícola, Moraes está também revendo suas estimativas para os desembolsos da Finame sem as máquinas para a agricultura. A previsão está passando de R$ 11,5 bilhões para R$ 13 bilhões. Somado ao Finame Agrícola, os desembolsos chegariam a R$ 15,1 bilhões.

Os equipamentos de transporte terrestre (caminhões e ônibus), que fecharam o primeiro trimestre com crescimento de 39%, devem se destacar no ano. Para o superintendente de Operações Indiretas do BNDES, as operações do Finame representam "o varejozinho" dos investimentos em bens de capital no país, por serem operações de pequeno porte, geralmente ligadas a projetos de modernização de plantas industriais. Segundo ele, a tendência é que esse movimento "antecipe o comportamento geral dos bens de capital nas contas nacionais".

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