Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Abates podem ser suspensos

Frigoríficos catarinenses devem começar a parar seus abates a partir de hoje caso os fiscais agropecuários federais não retornem ao trabalho.

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Redação (01/08/07) – Segundo o diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados de Santa Catarina (Sindicarnes), Ricardo Gouvêa, a Seara-Cargill apontou que o abate nas unidades de Jaraguá do Sul e Forquilhinha devem ser interrompidos. “Até sexta-feira (03/08)  boa parte dos frigoríficos terá de parar”, disse Gouvêa.

Ele afirmou que, na primeira semana da greve, as agroindústrias conseguiram estocar a produção nas câmaras frias. Só que o espaço está lotado e não há mais contêineres disponíveis. Cerca de 25 mil toneladas de carne estão paradas nas unidades industriais. Só a Seara tem sete mil toneladas paradas. A Sadia e a Perdigão têm pelo menos quatro mil toneladas cada em suas unidades. Isso sem contar o volume retido no porto de Itajaí.

A unidade da Sadia de Chapecó, por exemplo, tinha 50 caminhões parados no pátio da empresa. Estão sendo liberados apenas 12 cargas por dia. “Isso é uma bola de neve”, disse o diretor de produção de aves da Sadia e presidente da Associação Catarinense de Avicultura (Acav), Ronaldo Kobarg Müller.

Ontem, o Sindicarnes fez um apelo aos fiscais agropecuários para que aumentem o percentual de 30% da liberação de cargas, conforme o previsto em lei. “A greve deles deve ser contra o governo e não contra as agroindústrias”, disse o diretor do Sindicarnes, Ricardo Gouvêa. Ele estima que o prejuízo com a paralisação já atinge US$ 50 milhões.

Segundo o coordenador da Câmara do Porto da Associação Empresarial de Itajaí (ACII), Fabrício Gomes Philipi, por causa da paralisação dos fiscais, os navios estão embarcando em média, com 30% menos do que a carga prevista. Metade das mercadorias escoadas pelo porto é de carne congelada, que depende de fiscalização do Ministério da Agricultura para poder sair do Brasil.

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