Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Marfrig interrompe aquisições e busca consolidação

Estratégia do grupo, que atua no setor de alimentos, é explorar sinergias com as aquisições já realizadas e assim manter posição nos mercados que já atua.

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Redação (27/11/2008)- Após investir R$ 1,4 bilhão em aquisições, o grupo Marfrig não pretende mais realizar novas compras no atual cenário de crise nos mercados globais. "Agora é hora de consolidar tudo que já temos", afirmou o presidente do grupo, Marcos Molina, em evento hoje no Rio de Janeiro. Já o diretor de Relações com Investidores do Marfrig, Ricardo Florence, acrescentou que a estratégia do grupo, que atua no setor de alimentos, é explorar sinergias com as aquisições já realizadas e assim manter posição nos mercados que já atua. "Acreditamos que não é o momento de novas aquisições", disse. "Queremos manter nossas margens e nossos canais de distribuição já existentes", completou.
O executivo foi cauteloso quando questionado se o grupo pensa em realizar demissões. Ele limitou-se a comentar que o Marfrig pensa em fazer ajustes nas unidades adquiridas, em termos de produção e de logística.

Atualmente, o grupo Marfrig conta com 18 unidades de abate de bovinos na América do Sul; 10 unidades de abate de bovinos no Brasil e na Europa; três unidades de abate de suínos no Brasil; e três unidades de abate de ovinos, sendo duas no Uruguai e uma no Chile. Além disso, o grupo conta com 30 fábricas de processados e industrializados em oito países.A capacidade de abate de bovinos do Marfrig ficou em 21,1 mil cabeças por dia até o terceiro trimestre deste ano, com possibilidade de manter esse patamar até o final do quarto trimestre deste ano. Com as aquisições já realizadas, a capacidade de abate de frangos deve subir de 780 mil cabeças por dia para 1,7 milhão do terceiro para o quarto trimestre deste ano. Também deve aumentar a capacidade de produção de processados e industrializados, de 1.230 toneladas por dia para 2.208 toneladas por dia, no mesmo período.

Somente este ano, o Marfrig confirmou as compras do frigorífico Pena Branca, do grupo Predileto; da Moy Park na Europa (que atua no segmento de frangos) e de outras companhias do Grupo OSI, atuantes nos segmentos de bovinos, suínos e aves, no Brasil. O diretor de Relações com Investidores comentou que o grupo sempre apostou na diversificação de suas atividades para manter-se com um bom desempenho, mesmo em situações adversas. Florence admitiu, no entanto, que o Grupo Marfrig não ficou imune ao atual cenário de turbulência nos mercados. O executivo comentou que houve a percepção de uma movimentação de volatilidade nos preços dos grãos, que impactam os custos. "Mas creio que, no período de médio prazo, essa volatilidade deve ser afastada", afirmou. Além disso, o grupo amargou prejuízo de R$ 52,7 milhões no terceiro trimestre, devido ao impacto de oscilações cambiais no período. Entretanto, o diretor negou que o Marfrig tenha feito alguma aposta "em derivativos exóticos", como foi o caso das empresas Sadia e Aracruz, também fortemente atuantes no cenário externo

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