Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Sadia e Perdigão pedem crédito

Montante se aproxima dos R$ 800 milhões e será utilizado na construção de novas fábricas.

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Redação (14/01/2009)- A alta do dólar elevou o investimento necessário das indústrias alimentícias Sadia, em Vitória de Santo Antão, e Perdigão em Bom Conselho. Pelos números originais, as fábricas custariam R$ 250 milhões e R$ 280 milhões, respectivamente. De acordo com o Banco do Nordeste (BNB), a Sadia prevê agora um aporte de quase R$ 400 milhões e a Perdigão, em torno de R$ 380 milhões.

O BNB assinou, ontem, um contrato de antecipação de recursos para as obras da Sadia, da ordem de R$ 50 milhões, que será amortizado de outro empréstimo, principal, de R$ 281 milhões, conta o superintendente do banco em Pernambuco, Sérgio Maia.

A Perdigão também tomará um crédito com a instituição financeira, no valor de R$ 268 milhões.

Até o novo crédito do BNB, a Sadia vinha tocando as obras de sua nova unidade com recursos próprios – ela pretende inaugurar sua unidade até março.

"Fazemos esse tipo de empréstimo (antecipação de recursos para a Sadia) quando já temos um estudo da capacidade de pagamento da empresa, o enquadramento do projeto. É quando a operação já está em fase final de aprovação pelo banco", detalha Sérgio Maia.

No caso da Perdigão, que previa inaugurar sua unidade ainda no primeiro semestre deste ano e já dá sinais de que vai adiar o prazo, o executivo do BNB contou que o projeto era lastreado na Batávia, ex-subsidiária incorporada pelo grupo. "O projeto já está aprovado. Mas estava tudo em nome da Batávia. Agora é uma questão apenas cadastral", resume.

Sérgio explica que, quando as empresas estavam fechando os empréstimos com o banco, o dólar chegou a patamares elevados, acima de R$ 2,30. As empresas, então, voltaram a negociar com fornecedores e, quando o câmbio ficou mais favorável, fecharam as cartas-consulta encaminhadas ao BNB, já com os novos valores.

O BNB também financiará o polo têxtil, com fábricas reunidas agora sob uma única empresa, a PetroquímicaSuape. Mas, a pedido da Petroquisa, hoje única acionista do projeto, o crédito de R$ 240 do banco à fábrica de filamentos têxteis (POY) vai aguardar uma nova composição acionária. Por enquanto, só um empréstimo-ponte, de R$ 50 milhões, foi liberado para a unidade de POY.

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