Unidade Mabela deve representar Marfrig na exportação para o mercado chinês.
Abatedouro mantém exportação de frango
A unidade Mabela, antiga DaGranja, não está incluída na lista de frigoríficos brasileiros aptos a exportar carne de frango para a China. A informação é do gerente industrial de Uberaba, Alemar Borges, afirmando que a unidade da Lapa, no Paraná, é que deverá representar o grupo Marfrig no mercado chinês.
Na lista acordada com autoridades chinesas na semana passada constavam 24 empresas exportadoras, mas somente 22 receberam autorização, já que dois frigoríficos ainda estão pendentes de liberação. O início das exportações pode ser imediato, dependendo apenas do acerto comercial entre os exportadores brasileiros e os importadores chineses.
A unidade de Uberaba, segundo Alemar, está trabalhando desde novembro do ano passado com o Oriente Médio, para onde são exportados 85% da produção da Mabela. De acordo com o gerente industrial, são exportadas 2,4 mil toneladas de frango por mês. O comprador, segundo ele, é o Iraque.
Leia também no Agrimídia:
- •Isenção tarifária americana e aberturas na África reforçam movimento de diversificação de destinos
- •Frango perde quase 70% de competitividade para o suíno em SP, mas exportações batem recorde histórico
- •Preço do ovo vermelho desaba quase 40% no ES com estoques altos, enquanto Chile puxa alta nas exportações
- •Guaíra (SP) confirma caso isolado de gripe aviária em ave silvestre
Quanto a novos investimentos e a conquista de novos mercados, Alemar garante que os projetos ficarão para o próximo ano, por causa da crise econômica. Lembra que em agosto do ano passado criaram o segundo turno, visando a garantir as exportações. “A vocação desta planta é atender ao Oriente Médio”, afirma o gerente, descartando novos mercados. Os novos investimentos do grupo, anunciados anteriormente, estão voltados para a industrialização de pescados.
Todo o projeto de expansão, iniciado no ano passado, prevê investimentos de R$ 13,5 milhões na fábrica da antiga DaGranja, instalada no Distrito Industrial 1. Mais de 100 vagas foram abertas no abatedouro e a previsão é gerar mais de 1.800 empregos até 2010.























