Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Frigoríficos

Sindifrigo aposta na redução da informalidade

Indústria frigorífica de MT está preocupada com os abates clandestinos e quer diminuir a concorrência desleal.

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Segmento diretamente afetado pela atividade clandestina no setor de abate de carnes, a indústria frigorífica de Mato Grosso entende que medidas voltadas para inibir a prática dos matadouros podem diminuir a concorrência desleal e reduzir a informalidade neste setor. “Se a atividade for legalizada, todos saem ganhando e a população tem uma garantia de que está consumindo um produto de boa qualidade”, diz o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado (Sindifrigo), Luiz Antônio Freitas Martins.

De acordo com as estatísticas, 95% da carne abatida pelos frigoríficos vão para outras regiões do país – sendo parte destinada às exportações – e apenas cerca de 5% ficam na região para o consumo doméstico/local.

Freitas acredita que com a conscientização não apenas dos criadores, mas também do próprio consumidor, a tendência é de que os abates clandestinos venham a diminuir.

Segundo ele, a compra de carne que anteriormente era realizada em açougues, atualmente está mais comum nos supermercados. “Eles geralmente comercializam carne de grandes frigoríficos, o que descarta a chance de haver produtos de animais abatidos clandestinamente, deixando o consumidor mais seguro quanto ao produto que está levando pra casa”, afirmou.

Outra medida que, na opinião do Sindifrigo, deve inibir a informalidade é a aprovação da Lei 12.058/09, que suspende o pagamento da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins incidente sobre a receita bruta da venda de produtos derivados de carne bovina no mercado interno. “A desoneração da carne bovina para o mercado interno representa um passo importantíssimo para a formalização total do setor, estimulando o fim da informalidade que ainda existe na cadeia frigorífica”, disse Martins.

Mato Grosso abate cerca de 4 milhões de cabeças por ano, com uma movimentação estimada de R$ 4 bilhões. As operações internas respondem por 75% deste total, R$ 3 bilhões. Além de beneficiar frigoríficos, produtores e consumidores, a medida ainda formaliza as negociações entre o produtor e o frigorífico.

O setor entende também que a medida irá coibir a prática ilegal. “Não vamos ter mais o abate clandestino e a carne será inspecionada. A medida dará garantias ao consumidor”. Martins acredita que com a redução da clandestinidade, esses frigoríficos vão procurar os serviços de inspeção, garantindo produtos de maior qualidade na mesa do consumidor.

Segundo informações, cerca de 60% dos bovinos abatidos anualmente no Brasil são oriundos da clandestinidade, o que implica em um grave problema sanitário para os consumidores de carne bovina.

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