Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Agroindústrias

Recuperação na suinocultura

Coopercentral Aurora reajusta preços pagos aos seus produtores integrados e aposta em uma recuperação do setor suinícola de SC.

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Depois de vários meses com preços engessados e perda de rentabilidade, a suinocultura catarinense – a maior e mais avançada do país – começa a registrar um movimento de reação e de recuperação de preços. A Coopercentral Aurora (Aurora Alimentos), maior compradora e abatedora de suínos de SC, concede reajuste de 5,5% no preço do quilograma de suíno vivo nesta quarta-feira (13). A melhoria representa 10 centavos por quilograma. O preço praticado (R$ 1,80) sobe para R 1,90 e, com o adicional da tipificação, chega a R$ 2,10

Ao anunciar o novo preço, o presidente da Aurora, Mário Lanznaster, destacou que a majoração assinala o início de um período de recuperação dos preços pagos aos suinocultores que deve se manter por alguns meses. “Os criadores começam a contabilizar menos prejuízos”, festejou o dirigente.

Os preços do suíno atingiram o pico no mês de novembro passado, em razão da demanda pela carne suína no mercado interno, estimulada pelas vendas de produtos típicos das festas natalinas. Naquele período, o preço-base chegou a R$ 2,60, mas, entrou em ritmo de queda em dezembro, fenômeno que somente agora começa a ser revertido.

A chegada do inverno e o aumento do consumo da carne suína sustentam a recuperação dos preços, mas, também existem outros fatores. A Rússia, que havia embargado as importações de carnes e outros produtos de proteína animal de 89 processadoras de carnes em três Estados brasileiros em 15 de junho (MT, PR e RS), voltou atrás em sua decisão e deve retomar os embarques.
Outro fator positivo é que a China poderá iniciar a importação de carne suína diretamente das agroindústrias brasileiras. Atualmente, a China consome a carne suína brasileira através das importações de Hong Kong. O Brasil poderá incrementar as vendas ao mercado chinês, oferecer cortes nobres e entrar num país com população de renda emergente.

De acordo com o presidente da Coopercentral Aurora, o mercado está sensível a esses acontecimentos, de um lado, porque o crescimento da demanda no mercado doméstico está permitindo a recuperação de preços; de outro lado, porque essas movimentações internacionais melhoram o clima das negociações ante as expectativas de exportação. De outro lado, o preço da carne bovina – principal concorrente da carne suína –  está em alta e sem perspectiva de queda.

Tamanho – A suinocultura representa a maior cadeia produtiva de Santa Catarina, gerando 65 mil empregos diretos e 140 mil indiretos. Cerca de 55 mil produtores dedicam-se a atividade. O rebanho permanente é de 6 milhões de cabeças. 

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