Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
Destaque Todas Páginas
Cooperativas

Coamo fatura quase R$ 6 bilhões em 2011

Maior cooperativa agropecuária do país, entrou em 2011 com a meta de romper a barreira de R$ 5 bilhões em receitas.

Compartilhar essa notícia
Coamo fatura quase R$ 6 bilhões em 2011

A direção da paranaense Coamo, maior cooperativa agropecuária do país, entrou em 2011 com a meta de romper a barreira de R$ 5 bilhões em receitas, mas o ano foi melhor que o previsto e, por pouco, não chegou aos R$ 6 bilhões. Ela registrou faturamento de R$ 5,97 bilhões, 25% mais que no exercício anterior. O resultado foi favorecido pelo crescimento de 9% no recebimento de grãos e por bons preços na comercialização de soja e milho.

“Faltou quirerinha. Se não tivesse transferido uns navios de dezembro para janeiro, teria passado dos R$ 6 bilhões”, disse o diretor-presidente, José Aroldo Gallassini. Para 2012, mesmo com a estiagem que atinge a safra de verão, a intenção é expandir o recebimento de grãos, seja por meio de associados ou de terceiros, e investir em armazenamento e entrepostos.

Recentemente a cooperativa lançou internamente uma campanha para chegar ao recebimento de 100 milhões de sacas de grãos em 2012 (foram 92 milhões de sacas em 2011). “Vamos superar”, adianta o executivo, que também é produtor. Além de contar com a produção de associados que não entregaram toda a produção na Coamo, a direção conta também com a possibilidade de compra de safra de terceiros.

Ontem à tarde, Gallassini estava aguardando a previsão de chuva ser cumprida para interromper o segundo período de estiagem, iniciado há duas semanas. O primeiro, no fim do ano, foi prejudicial para as plantações feitas até meados de outubro. Nas áreas atendidas pela cooperativa nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a estimativa de perdas chega até agora a 15% tanto para milho como para soja.

Sobre os preços, ele disse que em 2011 o milho foi comercializado por mais de R$ 20 a saca e a soja, por mais de R$ 40, e acrescentou que “o mercado vai continuar bom em 2012”. No ano passado a cooperativa investiu R$ 153 milhões para melhorar a estrutura de recebimento e armazenamento e, embora novos valores ainda não estejam definidos, ele adiantou que mais R$ 200 milhões devem ser usados em armazéns e entrepostos nos próximos dois anos.

Em dezembro, a cooperativa antecipou a distribuição de R$ 54 milhões em sobras para os cooperados, como sempre faz, para ajudar a melhorar as festas de fim de ano. A partir do dia 13, seus 24,4 mil cooperados vão receber o que falta. Ao todo, a Coamo vai pagar R$ 161 milhões referentes a sobras do ano passado – em 2010, elas somaram R$ 103 milhões.

Questionado sobre a possibilidade de entrar em novos segmentos, como carnes, ele descarta. “Queremos ampliar nosso negócio”, responde. A área de varejo, na qual atua com margarina, café, gordura vegetal e farinha de trigo, foi responsável por quase 10% das receitas. Os produtos são distribuídos de Minas Gerais ao Rio Grande do Sul. Em 2011, a Coamo passou a atuar também no segmento de ração animal, com marca própria e produção terceirizada. “Isso está crescendo e, amanhã ou depois, vamos ter nossa própria indústria”, adianta, sem revelar o prazo certo.

Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344