Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Exportação

Missão japonesa avaliará frigoríficos brasileiros para comércio de carne

Brasil que vender cortes bovinos termoprocessados para o país asiático.

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Missão japonesa avaliará frigoríficos brasileiros para comércio de carne

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) informou nesta sexta-feira (4) que uma missão japonesa virá ao Brasil para visitar três estabelecimentos produtores de carne bovina termoprocessada – cortes submetidos a tratamento com o uso de calor, como, por exemplo, embutidos cozidos, vísceras cozidas, carne cozida congelada e carnes em conserva (corned beef). Nesta sexta-feira (04/12), o Japão reabriu seu mercado a produtos cárneos termoprocessados brasileiros de origem bovina, suína, ovina e caprina (carne cozida congelada, conservas, extrato de carne, vísceras cozidas e embutidos). Com isso, o Brasil pode exportar esses produtos para aquele país.

A reabertura foi anunciada em Tóquio, durante reunião entre a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Mapa, Tatiana Palermo, e o vice-ministro para Assuntos Internacionais do Ministério da Agricultura, Florestas e Pesca do Japão (Maff), Hiromitsu Matsushima.

Desde 2012, o Japão mantinha o embargo ao produto brasileiro por causa de um caso atípico de Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), também conhecida como “doença da vaca louca”, no Paraná.

A missão sanitária japonesa visitará, de segunda (7) a sexta-feira (11) da próxima semana, duas plantas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul, a fim de liberar as exportações.

De acordo com a secretaria de Defesa Agropecuária, os técnicos do Ministério da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão vêm avaliar os controles brasileiros de produção e certificação de produtos cárneos termoprocessados.

Kobe beef

Na mesma linha de negociação sanitária bilateral, o Brasil enviará uma missão técnica para avaliar cinco estabelecimentos de abate bovino no Japão. O país asiático tem interesse em exportar para o mercado brasileiro carne in natura, principalmente animais da raça Wagyu, também conhecida como Kobe beef. Os técnicos do Mapa cumprirão um roteiro nas cidades de Miyazaki, Kagoshima e Kumamoto, entre os dias 7 e 18 deste mês.

As duas missões veterinárias fazem parte das negociações sanitárias em andamento entre Brasil e Japão. Para abertura efetiva dos mercados é necessária, ainda, a definição dos requisitos sanitários de produção e modelos de certificados sanitários internacionais a serem utilizados pelos dois países para, em seguida, assinar os acordos.

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) esteve no Japão em julho deste ano para negociar a ampliação do mercado japonês para os produtos do agronegócio brasileiro. Em sua visita, ela tratou sobre trocas comerciais na área de carne bovina.

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