Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
Destaque Todas Páginas
Economia

Geração de energia solar reduz conta no campo, aponta CNA

De acordo com a Aneel, o Brasil possui mais de 12 mil propriedades que geram a própria energia com usinas fotovoltaicas

Geração de energia solar reduz conta no campo, aponta CNA

O sistema de geração de energia elétrica solar tem se tornado uma alternativa para o produtor reduzir a tarifa da conta de luz na propriedade rural. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil possui mais de 12 mil propriedades que geram a própria energia com usinas fotovoltaicas.

O Sítio Primavera, no município de Ervália, em Minas Gerais, é um exemplo. Desde 2018, a fazenda produz energia solar para manter as atividades de avicultura e cafeicultura.

“Além de reduzir o custo de energia, que é um dos gargalos da avicultura, o sistema fotovoltaico contribui para reduzir a dependência do represamento de águas”, afirmou o produtor e proprietário do Sítio Primavera, Félix Santos.

O investimento todo ficou próximo de R$ 140 mil, entre equipamentos, inversores, mesas e instalações. As placas ocupam uma área de 200 metros quadrados e geram 4 mil quilowatts por mês, o suficiente para abastecer o aviário, a estrutura de pós colheita do café e duas casas de funcionários.

No sistema fotovoltaico, a irradiação solar é transformada diretamente em energia elétrica. As placas desse sistema contêm células solares produzidas com material semicondutor. Quando os raios de sol atingem uma célula é gerada a energia.

De acordo com o responsável técnico do Sítio, Henrique Frederico Santos, as mesas foram instaladas no solo, para facilitar a manutenção e melhorar a captação dos raios solares.

“É uma questão de segurança. A única manutenção que fazemos é a lavagem para retirar a poeira que vai acumulando com o passar do tempo. Se as placas estivessem no telhado, teríamos um risco maior de acidentes”, disse.

Segundo Henrique Santos, a companhia elétrica local instalou medidores para saber o que é gerado e consumido. Quando a fazenda produz mais do que gasta, esse excedente é utilizado para pagar, por exemplo, a conta da casa do produtor localizada no centro da cidade.

O instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar-MG), Antônio Augusto Lacerda, explicou que a vida útil desse sistema dura de 30 a 40 anos e a garantia 25 anos, a depender do fabricante.

“É um sistema muito eficiente, pois mesmo em um dia chuvoso existe a captação de energia, já que são por raios ultravioletas e não por incidência de calor”.

O investimento do Sítio Primavera foi tão positivo que a ideia é aumentar as placas e mandar o crédito gerado para ser abatido na conta de outra propriedade da família, destinada à criação de gado.

 

Assuntos Relacionados
agronegócioenergia solar
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343