Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Economia

Geração de energia solar reduz conta no campo, aponta CNA

De acordo com a Aneel, o Brasil possui mais de 12 mil propriedades que geram a própria energia com usinas fotovoltaicas

Geração de energia solar reduz conta no campo, aponta CNA

O sistema de geração de energia elétrica solar tem se tornado uma alternativa para o produtor reduzir a tarifa da conta de luz na propriedade rural. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Brasil possui mais de 12 mil propriedades que geram a própria energia com usinas fotovoltaicas.

O Sítio Primavera, no município de Ervália, em Minas Gerais, é um exemplo. Desde 2018, a fazenda produz energia solar para manter as atividades de avicultura e cafeicultura.

“Além de reduzir o custo de energia, que é um dos gargalos da avicultura, o sistema fotovoltaico contribui para reduzir a dependência do represamento de águas”, afirmou o produtor e proprietário do Sítio Primavera, Félix Santos.

O investimento todo ficou próximo de R$ 140 mil, entre equipamentos, inversores, mesas e instalações. As placas ocupam uma área de 200 metros quadrados e geram 4 mil quilowatts por mês, o suficiente para abastecer o aviário, a estrutura de pós colheita do café e duas casas de funcionários.

No sistema fotovoltaico, a irradiação solar é transformada diretamente em energia elétrica. As placas desse sistema contêm células solares produzidas com material semicondutor. Quando os raios de sol atingem uma célula é gerada a energia.

De acordo com o responsável técnico do Sítio, Henrique Frederico Santos, as mesas foram instaladas no solo, para facilitar a manutenção e melhorar a captação dos raios solares.

“É uma questão de segurança. A única manutenção que fazemos é a lavagem para retirar a poeira que vai acumulando com o passar do tempo. Se as placas estivessem no telhado, teríamos um risco maior de acidentes”, disse.

Segundo Henrique Santos, a companhia elétrica local instalou medidores para saber o que é gerado e consumido. Quando a fazenda produz mais do que gasta, esse excedente é utilizado para pagar, por exemplo, a conta da casa do produtor localizada no centro da cidade.

O instrutor do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar-MG), Antônio Augusto Lacerda, explicou que a vida útil desse sistema dura de 30 a 40 anos e a garantia 25 anos, a depender do fabricante.

“É um sistema muito eficiente, pois mesmo em um dia chuvoso existe a captação de energia, já que são por raios ultravioletas e não por incidência de calor”.

O investimento do Sítio Primavera foi tão positivo que a ideia é aumentar as placas e mandar o crédito gerado para ser abatido na conta de outra propriedade da família, destinada à criação de gado.

 

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