A indústria acumula estoques e a demanda por novos lotes de animais para abate está cada vez menor.
Cotações do suíno vivo e da carne seguem em queda

De acordo com os dados divulgados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), os preços do suíno vivo e da carne continuam em queda no mercado interno, segundo pesquisas do Cepea, voltando aos patamares observados em fevereiro de 2019, em termos nominais.
Enquanto o mercado de carne apresenta baixa liquidez – diante de restaurantes e outros serviços de alimentação fechados e/ou trabalhando de forma parcial –, a indústria acumula estoques e a demanda por novos lotes de animais para abate está cada vez menor. Com isso, tem crescido o volume de suínos que ficam nas granjas, reforçando a pressão sobre os valores negociados.
No mercado da carne suína, pesquisas do Cepea apontam que além das inseguranças por conta da pandemia de coronavírus, a demanda pela proteína também é limitada pelo período de segunda quinzena, em que tradicionalmente parte da população diminui suas compras.
Leia também no Agrimídia:
- •Pressões internas e oportunidades externas redefinem o ritmo das proteínas animais no Brasil
- •Conflito no Oriente Médio deve pressionar custos e alterar fluxos globais da suinocultura, aponta Rabobank
- •Nota fiscal eletrônica passa a ser obrigatória para produtores rurais no Rio Grande do Sul a partir de maio
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva





















