Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Egito avalia abrir mercado para cortes de frango do Brasil

O país só importa o animal inteiro e habilitou 27 unidades de aves no Brasil em abril deste ano atento a possíveis impactos do novo coronavírus no mercado mundial.

Egito avalia abrir mercado para cortes de frango do Brasil

Com o aumento da demanda por carne de frango entre os países árabes após o avanço da pandemia de Covid-19, as autoridades egípcias já avaliam liberar a importação de cortes de frango do Brasil para evitar uma possível falta do produto no seu mercado interno.

O país só importa o animal inteiro e habilitou 27 unidades de aves no Brasil em abril deste ano atento a possíveis impactos do novo coronavírus no mercado mundial.

“O Egito está começando a sentir falta de estoque e, por isso, começou a se mexer rápido. Espero que, em alguns meses ou algumas semanas, tenhamos alguma boa notícia de abertura para a exportação de de cortes de frango para o Egito – o que seria inédito”, afirma o secretário geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira (CCAB), Tamer Mansour.

Segundo ele, a movimentação ocorre a despeito da resistência dos produtores locais. “Claro que os produtores de aves do Egito estão contra, mas o governo está realmente medindo e verificando a situação. Se ele sentir que vai vai faltar produto, vai abrir o mercado (para cortes de frango)”, assegura o secretário geral da CCAB.

De acordo com Mansour, o mercado egípcio tem sido abastecido por países árabes que também produzem carne de frango, como a Argélia, mas com capacidade limitada de fornecer o produto em grandes volumes – como faz o Brasil, maior exportador mundial de carne abatida segundo os preceitos islâmicos. “Eu, honestamente, não acredito em concorrência em termos de aves para o Brasil”, avalia.

Segundo o secretário geral da CCAB, os concorrentes atuais no mercado árabe de carne de frango são esporádicos e costumam ganhar espaço ou quando o Brasil aumenta suas vendas para a China ou por vantagens geográficas. “É muito difícil que algum país produza como o Brasil produz em termos de aves. Certamente, vamos ter um déficit forte em termos de proteínas de aves nesses mercados”, alerta.

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