Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 63,12 / kg
Soja - Indicador PRR$ 125,96 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,50 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,60 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,29 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,00 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 155,87 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 158,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 169,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 178,88 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 166,09 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.368,85 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 174,86 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 148,94 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,12 / cx
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Santa Catarina

Entidades se manifestam pela continuidade da produção no setor de aves e suínos

Unidades fechadas poderiam refletir em ausência de produtos em estoques e nas gôndolas

Entidades se manifestam pela continuidade da produção no setor de aves e suínos

A continuidade da produção para manter o abastecimento de alimentos é uma das prioridades dos setores de aves e suínos em Santa Catarina. Em manifesto conjunto, divulgado na última sexta-feira (8), a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Associação Catarinense de Avicultura (Acav) o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado de Santa Catarina (Sindicarne) apontam que a manutenção das unidades frigoríficas é essencial para manter a paz social da população catarinense.

De acordo com as entidades, outra “prioridade indiscutível” é a preservação da saúde dos trabalhadores das indústrias. Segundo o posicionamento, antes mesmo do início da adoção da quarentena em vários estados de todo o país, as agroindústrias de Santa Catarina adotaram medidas preventivas necessárias para proteger e prevenir, ao máximo, o risco nas unidades de produção.

Essas medidas incluem o imediato afastamento de todos os colaboradores identificados como grupo de risco, a intensificação das ações de vigilância ativa nas unidades frigoríficas e monitoria da saúde dos trabalhadores (com a verificação constante de temperatura), ampliação da higienização nas fábricas, medidas contra aglomeração, entre outros.

Para as entidades, a produção de alimentos é fundamental. “Neste sentido, o eventual fechamento de unidades produtoras pode gerar problemas à comunidade e ao país, especialmente no quadro atual de quarentena determinado para o enfrentamento da epidemia de Covid-19”, afirmam, em nota.

De acordo com as entidades, as unidades fechadas poderiam refletir em ausência de produtos em estoques e nas gôndolas. “Só há paz social se não houver falta de alimentos, e a suspensão da produção pode aproximar a sociedade do estado de caos”, dizem.

O segundo problema é o impacto ambiental. Cada unidade frigorífica abate milhares de aves e suínos diariamente. Se não houver o abate, o único destino possível para estes animais é o aterro sanitário. Os impactos ambientais são graves. O pedido de suspensão da produção gera, portanto, um grande risco ambiental para todos.

Por fim, as entidades apontam que o fechamento de plantas, ao invés de proteger a população, aumenta o risco de exposição dos trabalhadores ao vírus. O ambiente frigorífico é reconhecido pelos diversos órgãos internacionais como um ambiente diferenciado, cujo processo rotineiro já considera medidas de higiene que previnem a transmissão de patógenos e consequentemente não é um ambiente propício à disseminação de vírus da Covid-19.

“A manutenção da produção de alimentos é um dever e um direito que deve ser preservado pelos diversos entes públicos. Neste debate, é fundamental que se prevaleça a racionalidade com base em fundamentos técnicos. Afinal, está em jogo também a segurança alimentar da população”, concluem.

 

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