Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,36 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,11 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,34 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,51 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 152,56 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 172,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,72 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,43 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,23 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.338,21 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.244,12 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 173,57 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 148,78 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 176,47 / cx
Entrevista

Pós-pandemia trará grandes o portunidades ao agro, mas a companhadas de desafios ambientais e de sanidade

Os segmentos do agronegócio foram afetados de diferentes formas nesta pandemia, com os itens da pauta de exportação sendo os mais beneficiados. O setor, no entanto, precisa estar atento as questões de saúde, sanidade e sustentabilidade em seu futuro próximo

Pós-pandemia trará grandes o portunidades ao agro, mas a companhadas de desafios ambientais e de sanidade

A pandemia de Covid-19 trouxe diferentes impactos para os vários segmentos do agronegócio brasileiro. As culturas anuais, como soja e milho, e as perenes, como laranja, café e cacau, tiveram suas demandas elevadas no mercado internacional, impulsionadas ainda pela disparada do dólar, que atingiu valores próximos a R$ 6,00. Com a manutenção das operações logísticas, o país conseguiu escoar sua produção, inclusive a de carnes, para os mais diversos países importadores, principalmente China, nos casos de proteína animal e itens do complexo soja.

O contexto foi bem diferente, no entanto, paras as culturas de ciclo curto, os chamados hortifrutigranjeiros. Com até três semanas entre plantio e colheita, verduras e legumes sofreram o impacto direto do fechamento de restaurantes, lanchonetes e do setor de food service. Sem ter onde colocar o produto e, pela perecibilidade, de estocá-lo, os prejuízos foram grandes neste segmento. O mesmo pode-se dizer do cultivo de flores, que amargou uma situação dramática. O setor sucroenergético também foi afetado pelas medidas de isolamento social. Com as  estrições de circulação houve queda no consumo de etanol. Atrelado a disputa entre Rússia e países árabes no campo do petróleo, que derrubou as cotações internacionais do barril, o que influencia diretamente no preço do etanol, o setor se voltou à produção de açúcar nas chamadas usinas flex. No entanto, a demanda pelo açúcar também caiu, assim como seu preço no comércio internacional.

Os cenários futuros ainda seguem cheios de incertezas, mas boas oportunidades se abrem ao agronegócio brasileiro neste momento e no pós-pandemia. O mundo terá necessidade crescente por alimentos, e o agronegócio brasileiro tem competência e escala para produzir a preços competitivos e fornecer para o mundo todo. Em um contexto de menor renda das populações, ocasionado pela retração das atividades econômicas, esta será uma característica essencial para manter a segurança alimentar dos países.

Por outro lado, o agronegócio terá enormes desafios. A tendência é de um crescimento nas exigências internacionais por saúde, sanidade e sustentabilidade, o que será fortemente exigido dos fornecedores de alimentos, como o Brasil. A questão ambiental é outro desafio enorme. A imagem do país no exterior se deteriorou nos últimos dois anos frente a cenas de queimadas na Amazônia, negacionismo de dados sobre desmatamento e outros aspectos ligados ao meio ambiente. Isso passará a ter um peso cada vez maior nas negociações comerciais, principalmente com a União Europeia.

O diretor-executivo da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Eduardo Daher, traça um completo panorama de todo este cenário vivido pelo agro neste momento de pandemia, debatendo os desafios e oportunidades, nesta entrevista exclusiva à Suinocultura Industrial. Confira.

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Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 66,36
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 120,49
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 126,90
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,62
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,56
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,67
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 5,21
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 5,11
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,34
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 153,51
    cx
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    Branco
    R$ 152,56
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 172,27
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 175,72
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 148,53
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 167,43
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,23
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,24
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  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.338,21
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.244,12
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 173,57
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 148,78
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  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,53
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  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 176,47
    cx

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