Aliado de medidas de biosseguridade, os programas vacinais foram fundamentais no controle e prevenção da enfermidade, que tem se tornado cada vez mais complexa com o agrupamento de patologias no chamado PCVAD, que são Doenças Associadas ao PCV2
Sem vacinação, não haveria controle da Circovirose Suína

O PCV2, agente etiológico da Circovirose Suína, é endêmico na suinocultura tecnificada. Este agente causou consideráveis impactos negativos nos plantéis até o surgimento das vacinas, por ser associado a sinais clínicos respiratórios e entéricos, perdas reprodutivas e a Síndrome Multissistêmica do Definhamento Suíno (SMD). Além disso, por ser uma doença imunossupressora, pode ocasionar alta mortalidade, baixo desempenho e predispor os animais a agentes secundários, comprometendo a produtividade e, consequentemente, causando perdas econômicas expressivas. O PCV2 pode afetar os animais ainda na forma subclínica, dificultando sua identificação e limitando discretamente o crescimento dos animais, o que afeta a conversão alimentar e agrava a ocorrência de outras doenças. “O PCV2 vem sendo controlado nos plantéis devido ao uso de vacinas comerciais eficazes, as quais promovem a redução de sinais clínicos, evitam mortalidades pela doença e melhoram os indicadores zootécnicos. Todavia, é importante ressaltar que as vacinas não promovem uma imunidade esterilizante”, ressalta Luciana Hernig, coordenadora Técnica da Boehringer Ingelheim.
Leia a matéria na íntegra em: https://www.suinoculturaindustrial.com.br/edicao
Leia também no Agrimídia:
- •Produção de carne suína cresce 5,5% e mercado pode reagir após a Quaresma
- •Sanidade na Suinocultura: Coreia do Sul intensifica medidas contra avanço da Peste Suína Africana em 2026
- •Infraestrutura no Agronegócio: Mapa investe R$ 5 milhões em máquinas para fortalecer produção em Santa Catarina
- •Torção do mesentério em suínos: evidências genéticas e implicações para o melhoramento animal na Suinocultura Industrial de fevereiro





















