Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Sem vacinação, não haveria controle da Circovirose Suína

Aliado de medidas de biosseguridade, os programas vacinais foram fundamentais no controle e prevenção da enfermidade, que tem se tornado cada vez mais complexa com o agrupamento de patologias no chamado PCVAD, que são Doenças Associadas ao PCV2
 

Sem vacinação, não haveria controle da Circovirose Suína

O PCV2, agente etiológico da Circovirose Suína, é endêmico na suinocultura tecnificada. Este agente causou consideráveis impactos negativos nos plantéis até o surgimento das vacinas, por ser associado a sinais clínicos respiratórios e entéricos, perdas reprodutivas e a Síndrome Multissistêmica do Definhamento Suíno (SMD). Além disso, por ser uma doença imunossupressora, pode ocasionar alta mortalidade, baixo desempenho e predispor os animais a agentes secundários, comprometendo a produtividade e, consequentemente, causando perdas econômicas expressivas. O PCV2 pode afetar os animais ainda na forma subclínica, dificultando sua identificação e limitando discretamente o crescimento dos animais, o que afeta a conversão alimentar e agrava a ocorrência de outras doenças. “O PCV2 vem sendo controlado nos plantéis devido ao uso de vacinas comerciais eficazes, as quais promovem a redução de sinais clínicos, evitam mortalidades pela doença e melhoram os indicadores zootécnicos. Todavia, é importante ressaltar que as vacinas não promovem uma imunidade esterilizante”, ressalta Luciana Hernig, coordenadora Técnica da Boehringer Ingelheim.

Leia a matéria na íntegra em: https://www.suinoculturaindustrial.com.br/edicao

 

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