Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Sem vacinação, não haveria controle da Circovirose Suína

Aliado de medidas de biosseguridade, os programas vacinais foram fundamentais no controle e prevenção da enfermidade, que tem se tornado cada vez mais complexa com o agrupamento de patologias no chamado PCVAD, que são Doenças Associadas ao PCV2
 

Sem vacinação, não haveria controle da Circovirose Suína

O PCV2, agente etiológico da Circovirose Suína, é endêmico na suinocultura tecnificada. Este agente causou consideráveis impactos negativos nos plantéis até o surgimento das vacinas, por ser associado a sinais clínicos respiratórios e entéricos, perdas reprodutivas e a Síndrome Multissistêmica do Definhamento Suíno (SMD). Além disso, por ser uma doença imunossupressora, pode ocasionar alta mortalidade, baixo desempenho e predispor os animais a agentes secundários, comprometendo a produtividade e, consequentemente, causando perdas econômicas expressivas. O PCV2 pode afetar os animais ainda na forma subclínica, dificultando sua identificação e limitando discretamente o crescimento dos animais, o que afeta a conversão alimentar e agrava a ocorrência de outras doenças. “O PCV2 vem sendo controlado nos plantéis devido ao uso de vacinas comerciais eficazes, as quais promovem a redução de sinais clínicos, evitam mortalidades pela doença e melhoram os indicadores zootécnicos. Todavia, é importante ressaltar que as vacinas não promovem uma imunidade esterilizante”, ressalta Luciana Hernig, coordenadora Técnica da Boehringer Ingelheim.

Leia a matéria na íntegra em: https://www.suinoculturaindustrial.com.br/edicao

 

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