Para o animal vivo, as baixas nas cotações têm sido intensas em São Paulo, tendo em vista que a produção desse estado é mais direcionada ao mercado doméstico, que, por sua vez, está bastante enfraquecido, diante do agravamento da pandemia de covid-19
Demanda interna fraca mantém valores do setor de suínos em queda

De acordo com os dados divulgados nesta quinta-feira (25/03), pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as vendas de carne nos mercados atacadistas seguem lentas, o que mantém em queda os valores da proteína – esta é a quarta semana consecutiva que o Cepea verifica recuo nos preços.
Para o animal vivo, as baixas nas cotações têm sido intensas em São Paulo, tendo em vista que a produção desse estado é mais direcionada ao mercado doméstico, que, por sua vez, está bastante enfraquecido, diante do agravamento da pandemia de covid-19, que resultou em restrições mais severas no comércio, e da economia bastante fragilizada.
Nos estados do Sul do País, pesquisas do Cepea mostram que as quedas nas cotações do animal vivo foram amenizadas pela influência das grandes indústrias exportadoras da região, uma vez que os embarques de carne suína vêm registrando bom desempenho em março.
Leia também no Agrimídia:
- •Exigências externas moldam produção suinícola brasileira
- •Queda no custo da ração alivia avicultura no Egito, mas dependência externa persiste
- •COESA discute biosseguridade e cenário da Influenza Aviária no Espírito Santo
- •Deficiência de vitamina D atinge mais de 60% dos suínos e acende alerta na produção global























