Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Meios de informação

Em quais meios de informação os brasileiros mais confiam?

Pesquisa indicou que população ainda encara veículos tradicionais como os de maior credibilidade para o consumo de informações. Com uma avalanche de meios e, sobretudo com a ascensão da Internet,…
Em quais meios de informação os brasileiros mais confiam?

Pesquisa indicou que população ainda encara veículos tradicionais como os de maior credibilidade para o consumo de informações.

Com uma avalanche de meios e, sobretudo com a ascensão da Internet, a população tem acesso a um vasto cardápio de meios para o consumo de conteúdo e informações.

A terceira edição da pesquisa “Como o Brasileiro se Informa?”, da Fundamento Análises, com apoio da Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e do Instituto Palavra Aberta, publicada pelo Valor na manhã desta quarta-feira, 7, buscou desvendar quais são os meios mais confiáveis para os brasileiros.

O estudo concluiu que veículos mais tradicionais são os de maior credibilidade entre o público. O destaque vai para jornais, revistas, rádios e televisão – os principais meios de informação para 29%. Já os portais de notícias ficam com 24% das respostas.

A pesquisa ouviu 1.321 brasileiros com mais de 18 anos, entre pessoas do sexo feminino e masculino, majoritariamente do Sudeste (64%).

Houve um crescimento de credibilidade para os portais de notícias. Em 2018, eram o principal canal para 14% dos brasileiros, contra 21% neste ano. No geral, a amostra citou quase 130 veículos de mídia diversos, entre eles os regionais e de temáticas nichadas.

Os podcasts são estão entre os destaques entre os meios os quais a audiência confia “às vezes”, com 59% das respostas.

Queda de confiança

Players da Internet têm crescido em desconfiança, conforme aponta o Valor. De acordo com a pesquisa, 59% não confiam em redes sociais e 56% em lideranças religiosas. Na sequência, aparecem personalidades e celebridades (50%), políticos e porta-vozes de partidos (46%) e empresários e porta-vozes de companhias (40%).

A queda da credibilidade dos veículos também caiu entre 2016 e 2014. Atualmente, os portais de notícias têm a confiança de 50% da população, ante 86%. Jornais passaram de 70% para 47%; a TV para 41%, antes com 69%; e a rádio caiu de 66% para 42%.

Impacto tecnológico

As redes sociais são as que registraram a menor credibilidade: 14% contra 30% em edições anteriores. Grupos de WhastApp, ainda, não são bem vistos pelos entrevistados. Apenas 1% dos respondentes afirmaram que o canal é o principal meio usado para acompanhar notícias.

O grupo também se mostrou atento com notícias falsas, sobretudo geradas a partir de inteligência artificial (IA).

No que diz respeito às campanhas eleitorais, a maioria (86%) declarou preocupação com a manipulação de conteúdos falsos de candidatos em situações polêmicas, enquanto 88% estão em alerta com áudios adulterados. Aparecem também questões como textos falsos semelhantes a de veículos jornalísticos (90%) e a criação de sites e posts falsificados (88%).

A checagem da veracidade de notícias é feita de diversas maneiras. Segundo o veículo, 42% conferem se a notícia está publicada em outra fonte confiável; 27%, de fato, acessam sites de checagem e 21% buscam o assunto no Google ou outras ferramentas. Só 1% conferem o tema nas redes sociais.

Fonte: Meio & Mensagem

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