Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,73 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,42 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.571,30 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.500,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Legislação

RS libera venda de carne de aves e derivados a granel

Mudança atende a reivindicações do setor de avicultura

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RS libera venda de carne de aves e derivados a granel

 Açougues e fiambrerias do Rio Grande do Sul poderão voltar a  vender carnes de aves e derivados a granel a partir desta semana.  As novas regras, que foram publicadas na segunda-feira (15/08) em portaria da Secretaria da Saúde, alteram o regulamento técnico para as boas práticas na manipulação e comercialização de alimentos, publicado em novembro de 2021, e passam a permitir a abertura das embalagens dos produtos, que serão comercializados conforme a demanda do consumidor.

Até então, no estado, era vedada a abertura das embalagens, com a exigência de que os produtos fossem vendidos apenas nas quantidades determinadas pela indústria. Se, por exemplo, a embalagem contivesse um quilo de peito de frango, não era permitida a abertura caso o consumidor quisesse uma quantidade menor.

A mudança atende a reivindicações do setor de avicultura, sendo sensível com a necessidade de desenvolvimento econômico do Estado, sem deixar de considerar a necessidade de mitigar os riscos sanitários.

“A portaria anterior, na sua magnitude, estava correta, mas era preciso uma adequação”, disse o presidente da Associação Gaúcha de Avicultura, José Eduardo dos Santos, que participou de uma reunião com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, na sexta-feira (12/8). “A pessoa que mora sozinha geralmente precisa de um volume menor do produto, e a mudança atende essa necessidade.” 

Pela nova regra, as unidades não vendidas devem ser mantidas na embalagem original, separadas dos demais produtos no balcão expositor por barreira física. Também é determinado que, caso o prazo de validade após a abertura da embalagem seja inferior, deverá ser respeitado. A regra também vale para os produtos a granel.

 

Regras podem não mudar no munícipio de Pelotas

A portaria que libera a venda de carnes e derivados de aves a granel pode não ter efeito em Pelotas. Isso porque a cidade possui legislação própria sobre o tema, acertada em 2018 em parceria entre Câmara de Vereadores, açougueiros e Vigilância Sanitária. Por isso, o órgão vinculado à Secretaria Municipal de Saúde (SMS) pedirá parecer da Procuradoria Geral do Município (PGM) para saber se a regra estadual tem ou não peso maior do que a legislação municipal.

 

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