Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
Destaque Todas Páginas
Empresas

“Dumping social” na El Tejar

Ministério Público de MT investiga caso de dumping contra o grupo argentino.

Compartilhar essa notícia

O Ministério Público do Trabalho (MPT) de Mato Grosso investiga um processo de “dumping social” contra o grupo argentino El Tejar, além de crimes contra a ordem trabalhista e contra os direitos humanos dos trabalhadores. Instalada no Estado desde 2005, a empresa é acusada de ter vantagens comerciais ilegais por adotar práticas irregulares na contratação de funcionários.

A fiscalização do Ministério Público identificou que o grupo argentino tinha apenas o técnico agrícola em seu quadro de funcionários. Essa pessoa, segundo o Ministério Público, era responsável por fiscalizar a o trabalho dos empregados terceirizados, que eram contratados para cada uma das etapas do processo de produção, desde o plantio até a colheita, incluindo ainda a armazenagem e o transporte dos grãos.

Na avaliação do MP, esse tipo de contratação é ilegal e caracteriza a utilização dos chamados “gatos” – pessoa responsável por formar uma rede de trabalhadores sem registro para prestar serviços em propriedades rurais.

Em nota, o procurador-chefe do MPT em Mato Grosso, José Pedro dos Reis, diz que a “conduta é uma ameaça à ordem econômica e social, como também coloca em risco todo o esforço e os resultados obtidos pelo MPT no MT, visando regularizar as relações de emprego no meio rural”.

A El Tejar informou, por meio de nota, que tem centenas de funcionários próprios, mas que também realiza contratos de locação de máquinas dentro da legislação e seguindo práticas do setor no Brasil. “Nesse sistema produtivo, os fornecedores de equipamentos – todos eles, pequenas e médias empresas – têm oportunidade de desenvolver o próprio negócio, gerar empregos e desenvolvimento local. Esses contratos incluem a exigência de que essas empresas cumpram todas as normas legais, inclusive as trabalhistas”, diz a nota da companhia.

A empresa informou ainda que nunca foi comunicada oficialmente pelo Ministério Público sobre possíveis irregularidades na conduta por parte das empresas fornecedoras de maquinário agrícola. Ainda assim, diz estar disposta a “verificar a ocorrência de possíveis desvios de conduta, (…) a fim de tomar medidas cabíveis para corrigir os eventuais problemas (…)”.

A El Tejar cultiva mais de 600 mil hectares na América do Sul. Só em Mato Grosso o grupo tem mais de 70 fazendas – entre próprias e arrendadas – em alguns dos principais municípios produtores, como Nova Mutum, Nova Ubiratã, Diamantino, Sinop, Lucas do Rio Verde e Primavera do Leste, este último onde está seu escritório no País.
 

Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329