Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Cotações agrícolas sobem 2% em SP

A alta surpreendeu o diretor do IEA, Nelson Martin, que esperava, para o acumulado deste mês, variação positiva em torno de 0,5%.

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Da Redação 11/05/2004 – 06h33 – O índice de preços recebidos (IPR) pelos produtores agropecuários paulistas, pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) – vinculado à Secretaria de Agricultura de São Paulo -, superou as expectativas e encerrou a primeira quadrissemana de maio com variação positiva de 2,02%, 1,14 ponto percentual a mais que o fechamento de abril.

A alta surpreendeu o diretor do IEA, Nelson Martin, que esperava, para o acumulado deste mês, variação positiva em torno de 0,5%. Com o resultado da primeira quadrissemana, contudo, ele reviu esta projeção e passou a trabalhar com a perspectiva de um salto de até 2%. Isso sem contar eventuais reflexos da recente valorização do dólar em relação ao real nas cotações recebidas pelos produtores.

Na primeira quadrissemana de maio, puxou a valorização do IPR o comportamento das cotações no grupo de produtos de origem vegetal, que, em média, subiram 2,18%. No grupo, a maior alta foi a do tomate (43,48%), seguida pelo trigo (10%). O grupo de produtos de origem animal também registrou valorização, de 1,74%, impulsionada pelas aves (12,50%).

Para Martin, em condições normais de mercado não há motivos para prever queda dos preços pagos aos produtores até o fim do ano, mesmo que a valorização do dólar perca fôlego, com estima o Banco Central do Brasil. Conforme o economista Fabio Silveira, da MSConsult, é cedo para saber se a alta do dólar significará uma mudança de patamar cambial ou se não passará de um “soluço”. Ele acredita que o câmbio só terá reflexos nos preços agrícolas internos se o atual nível do dólar, acima de R$ 3,10, se mantiver por pelo menos de dez a 15 dias.

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