Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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ABCS em Brasília

Acordo de cooperação comercial firmado entre Brasil e China foi o principal assunto da reunião do presidente da ABCS com representantes do Ministério da Agricultura nesta quarta-feira (17/11), em Brasília.

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Redação SI 18/11/2004 – O presidente da Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS), José Adão Braun, esteve ontem (17/11) em Brasília, para discutir com representantes do Ministério da Agricultura os resultados das negociações bilaterais entre Brasil e China.

Os acordos recentemente firmados com o país asiático permitirão ao Brasil exportar, já em 2005, cerca de 60 mil toneladas de carne bovina e 40 mil toneladas de carne de frango, o que representa US$ 150 milhões a mais do que é comercializado atualmente. Em contrapartida, o Brasil compromete-se a importar da China carnes de frango e de suíno termicamente processadas. “Nos causou preocupação a notícia dos entendimentos com relação à exportação e importação de carnes previstas no acordo firmado com a China. No nosso entender, o suinocultor brasileiro passará a ser penalizado com a importação de produtos suinícolas, uma vez que a capacidade de produção nacional é plenamente auto-suficiente para atender a demanda”, avalia Braun.

A preocupação da ABCS é de que a entrada de produtos suinícolas oriundos da China desequilibre o mercado interno brasileiro. “Segundo Maçao Tadano, que é secretário de Defesa Agropecuária do Mapa e participou ativamente das negociações, não há risco de haver concorrência da carne suína chinesa com a produzida no Brasil”, explica Braun. “O Ministério alega que essa importação não terá nenhuma repercussão no mercado nacional já que a carne suína chinesa terá que ser importada por uma indústria frigorífica brasileira, que realizará seu processamento aqui no País”, completa.

Ao final da reunião o presidente da ABCS entregou um documento aos representantes do Mapa (e endereçado ao ministro Roberto Rodrigues) contendo as principais preocupações do setor quanto ao acordo firmado com a China no setor agropecuário.

O presidente da ABCS também aproveitou a viagem a Brasília para participar da reunião de avaliação do Plano Diretor de Meio Ambiente. O evento, que entre vários assuntos discutiu a adequação ambiental das diversas caseias produtivas, teve um painel específico sobre suinocultura. “Foi muito importante a participação da ABCS pois a atividade suinícola está intimamente ligada a esse assunto”, diz Braun. “Aproveitamos também para entregar à ministra Marina Silva um exemplar do livro sobre culinária suína”.

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