Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Transgênicos

Lei de rotulagem faz um ano e fiscalização ainda é desafio.

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Da Redação 22/03/2005 – A legislação, que torna obrigatória a rotulagem de alimentos que contêm de transgênicos em níveis acima de 1%, completa hoje um ano mas o símbolo T continua fora do varejo. A fiscalização, que deveria abranger toda a cadeia da soja, é feita de forma parcial e tende a se tornar mais difícil com a sanção da Lei de Biossegurança.

Pelo Decreto 4.680/2003, o Ministério da Agricultura, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Justiça (via Procons) devem inspecionar a cadeia produtiva. O Ministério da Agricultura fiscalizou a produção na porteira em 2004, com base nos Termos de Compromisso, Responsabilidade e Ajustamento de Conduta assinados pelos produtores.

Ontem, o ministério publicou instrução normativa, prevendo multas para produtores que plantarem sem o termo e que informarem que se trata de soja transgênica na nota fiscal. Marcus Vinicius Coelho, coordenador de biossegurança do Ministério, disse que o governo não definiu como será a fiscalização após a Lei de Biossegurança, já que os produtores não terão mais que assinar os termos. “É possível que o ministério fiscalize com base nas notas fiscais de sementes, mas ainda não há nada definido”, disse Coelho.

Nas indústrias, que deveriam ser fiscalizadas pela Anvisa, o trabalho fica por conta das empresas. Procurada pelo Valor, a agência não se pronunciou sobre o assunto. No varejo, os Procons têm feito uma fiscalização de produtos que utilizam soja como matéria-prima. Segundo informou a assessoria de imprensa, até janeiro, foram feitos testes em 294 tipos de produtos e não foi encontrado item com percentual superior a 1%.

A Associação Brasileira da Indústria da Alimentação (Abia) não quis falar sobre o assunto. A entidade solicitou ao governo a ampliação do percentual para 4%. Sezifredo Paz, coordenador-executivo do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), considera que a lei de rotulagem trouxe avanços, mas é preciso cobrar ações mais efetivas dos ministérios. Ventura Barbeiro , coordenador da campanha de engenharia genética do Greenpeace, também considerou a necessidade de criar regras para segregação os grãos.

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