Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Suinocultor de Minas investe em produtividade

Após 18 meses em crise, preço e produção estão estabilizados.

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Redação SI 25/08/2005 – A estabilidade nas vendas da carne suína em Minas Gerais, no acumulado do primeiro semestre, comparado ao mesmo período do ano passado, levou os produtores a investir no aumento da produtividade, ao invés de aumentar a produção. Passada a crise que castigou os setor por 18 meses, a expectativa é arrecadar neste ano R$ 750 milhões, somando cerca de 300 mil toneladas de carne suína, contra 278 mil em 2004. Desde junho a carne vem tendo incremento semanal de cerca de 2% no preço, e os produtores esperam manter essa recuperação até o início do próximo ano. O produto está sendo comercializado em média a R$ 2,56 o quilo ao produtor.

Entre fevereiro de 2002 e agosto de 2003 o setor sofreu uma crise de superprodução que forçou uma redução de 50% no preço de comercialização. O quilo de carne suína chegou a R$ 1,20. O resultado foi queda de 15% no número de matrizes e início de recuperação do segmento. Com o preço e a produção estabilizados, o suinocultores não devem fazer novos investimentos, apostando no aquecimento do consumo para o final de ano.

De acordo com o presidente da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg), José Arnaldo Cardoso Penna, o setor está realista e acredita que o aumento do consumo para as festas de Natal e Ano-novo deve ser absorvido pelos frigoríficos. “Nos meses de outubro e novembro as vendas de carne suína costumam ser menores e os frigoríficos podem acumular parte do produto para o período de maior procura”, afirmou José Pena.

A estimativa é que não haja crescimento no faturamento neste ano, que deve registrar o mesmo patamar do ano passado, com variação positiva de no máximo 3% na produção nacional. Em 2004 a produção do Estado foi de 278 mil toneladas de carne suína e a nacional, de 2,8 milhões de toneladas. Minas Gerais é o quarto maior produtor do país, com cerca de 10% do rebanho. O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) tem 1,125 mil produtores cadastrados, totalizando 1,56 milhão de matrizes.

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