Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Agricultura começará a sair da crise econômica em 2007, afirma ministro

Para Rodrigues, há espaço para otimismo em função de fatores como mudanças na área cambial e programas estruturantes que estão sendo desenvolvidos.

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Redação (30/05/06) – O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, disse acreditar que em 2007 a agricultura brasileira começará a sair da crise econômica. Em entrevista coletiva concedida hoje (30) às emissoras de rádio da Radiobrás (rádios Nacional AM de Brasília, Nacional da Amazônia, Nacional do Rio de Janeiro), o ministro classificou a crise como a maior enfrentada pelo setor nos últimos 40 anos.

“Hoje estamos no fundo do poço, mergulhados num pântano de dívidas, de renda quebrada e de dificuldades muito grandes. Mas, se construirmos esse projeto coletivo e articulado de medidas, teremos sem dúvida uma agricultura cada vez mais estabilizada e mais competitiva”.

“Temos o compromisso do governo de que algumas mudanças na área cambial virão e, portanto, esse fator essencial, responsável pela crise que é o câmbio, terá uma modificação positiva à agricultura”, diz Rodrigues.

No que se refere às ações estruturantes, ele citou as propostas de reformulação do seguro rural e de extensão do chamado regime de drawback para todos os produtos do agronegócio. Por esse modelo, há a isenção de impostos na importação de matérias-primas desde que o produto final seja exportado. Atualmente, essa isenção vale apenas para frutas, algodão, camarão, carne de frango e carne suína, mas, segundo Rodrigues, o ministério vai enviar uma mensagem à Câmara de Comércio Exterior (Camex) pedindo a extensão do regime aos demais produtos.

“Se somar tudo isso, câmbio, preço melhor e um seguro rural mais consistente, eu acredito que a partir do ano que vem a gente comece a sair da crise de forma bastante articulada e consistente”, afirmou o ministro.

As medidas estruturantes fazem parte do pacote para agricultura anunciado pelo governo federal na última quinta-feira (25). Entre as principais ações emergenciais está o refinanciamento das dívidas rurais referentes ao custeio da safra 2005-2006.

De acordo com o plano, parte do crédito será prorrogada automaticamente pelo prazo de quatro anos, em parcelas anuais a primeira vence um ano após a data de renegociação. O montante que será prorrogado vai variar de 20% a 80% do total, dependendo da região do país e do produto.

O governo também anunciou aumento nos recursos para o Plano Agrícola e Pecuário para a safra 2006-2007: serão destinados R$ 50 bilhões à agricultura comercial (mais 13% que na safra anterior) e R$ 10 bilhões à agricultura familiar (aumento de cerca de 10% em relação aos recursos liberados na safra passada).

“Estou convencido de que vamos ter melhoria nas condições de renda de maneira que o conjunto de medidas até agora anunciado seja suficiente para resolver essas questões de renda”, afirmou Rodrigues. O ministro destacou que a renegociação vai beneficiar grande parte dos produtores brasileiros, mas disse reconhecer que nem todos poderão ser atendidos pelas medidas anunciadas. (Radiobrás)

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