Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Produção de frango cai, mas setor não recupera preços

Mas, no mês seguinte, outubro, a oferta interna aumentou quase 8% em relação ao mês anterior.

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Redação (21/06/06) – Foi o suficiente para que o preço interno recuasse 4%. E como o processo de aumento de oferta prosseguiu (não importa por quê razões), no final do ano, enquanto a oferta aumentava 20% em relação a setembro, os preços recebidos, comparativamente também a setembro, recuavam quase na mesma proporção.

Como a oferta elevada se manteve até janeiro, só daí para frente decrescendo, o fundo do poço em termos de preço deveria ter ocorrido no primeiro mês de 2006. Mas (isso o gráfico abaixo não mostra) praticamente desde novembro formaram-se estoques que foram aumentando no decorrer do novo ano, impedindo mesmo a despeito de uma sensível redução na oferta interna a retomada dos preços anteriores.

Nesse aspecto, aliás, o gráfico é bem claro. Ou seja: apesar da oferta mais recente (abril, maio e, quase com certeza, junho corrente) ter caído a níveis inferiores aos do mesmo trimestre do ano passado, os preços continuam substancialmente aquém dos valores registrados há um ano, sugerindo que apesar de todos os pesares a oferta interna continua excessiva.

Frente a essas constatações, fica apenas uma indagação: como se comportará o setor logo mais, sabendo-se que, após breve recuo, produção e alojamento de pintos de corte voltaram a crescer (as indicações para maio são de uma produção em torno de 375 milhões, 12% a mais que o produzido em abril)? Há quem afirme que o setor caminha em direção a uma nova crise, provavelmente pior que a mais recente.

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