Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas

Furlan quer menos protecionismo do governo japonês na área agrícola

Essa mudança seria importante e uma percepção da oportunidade e não apenas uma visão defensiva no seu mercado doméstico, afirma Luiz Fernando Furlan.

Compartilhar essa notícia

Redação (07/03/07) – O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, defendeu hoje (6) que o Japão seja menos protecionista no campo agrícola para conseguir evoluir nas relações comerciais com o Brasil. O ministro lembrou que o Japão faz parte da coalizão dos países protecionistas que criou obstáculos para Rodada de Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC).

O ministro observou que hoje para o Brasil e o Japão o mercado da China é mais importante comercialmente. Lembrou que cada um têm prioridades diferentes, mas que é preciso um esforço comum para que haja maior aproveitamento das oportunidades entre Brasil e Japão.

“Hoje para o Brasil a América Latina é um mercado muito mais importante do que o mercado japonês. Também é um movimento que veio de acordos comerciais nos últimos anos. Portanto seria muito importante que houvesse uma movimentação mais rápida de um acordo comercial entre Japão e o Mercosul”, disse Furlan.

Segundo Furlan, o Japão têm planos para adoção do etanol a partir de 2010, mas o país teme problemas de fornecimento em longo prazo. "A preocupação japonesa é que eles adotem uma política de introdução do etanol e não haja nenhum tipo de racionamento ou dificuldade logística ou de abastecimento. Então esses três anos, de 2007 a 2010, deverão ser muito ricos em investimentos, de maneira que no momento que o Japão adotar a mistura do etanol haja um abastecimento assegurado com uma equação de preços a longo prazo”, explicou.

Segundo o ministro, o mercado japonês pretende misturar inicialmente 3% de etanol, o que deverá totalizar 1,8 bilhão de litros por ano, aproximadamente metade da exportação brasileira do ano passado. A exportação brasileira hoje é de 3,5 bilhões de litros por ano. O ministro Furlan acredita que em 2010 o Japão poderá representar um quarto da exportação brasileira de etanol.

Furlan participou hoje (6) da abertura da 12ª Reunião Conjunta do Comitê Econômico Brasil-Japão, promovido pela Confederação Nacional da Indústria  (CNI) e pela confederação japonesa Nippon Keidanren.

 

Assuntos Relacionados japão
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343