Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Interno

Hora de comer

Alimentos puxam expansão de 5,5%, de janeiro a novembro, do comércio varejista em 2009, segundo o IBGE.

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O comércio varejista teve, em 2009, um desempenho melhor que o esperado no começo do ano e acumulou expansão de 5,5% de janeiro a novembro, segundo o IBGE. Em novembro, as vendas subiram 1,1% na comparação livre de efeitos sazonais com outubro, na sétima taxa positiva consecutiva para esse indicador. Em 2009, o grande destaque foi o ramo de supermercados e demais lojas de alimentos, com expansão acumulada de 8,2% até novembro. Sozinho, segundo o IBGE, o ramo correspondeu a 71% de todo o crescimento do varejo no período.

Nilo Lopes de Macedo, economista do IBGE, diz que tal resultado se sustentou graças ao aumento abaixo da inflação dos preços dos alimentos ao longo de 2009. De outubro para novembro, as vendas de supermercados subiram 1% na série com ajuste sazonal e impulsionaram o varejo, ao lado de móveis e eletrodomésticos (alta de 5,9%). No acumulado do ano, o setor de móveis e eletrodomésticos registrou crescimento de 13,9%. Foi favorecido pela desoneração do IPI e, mais recentemente, pela recuperação do crédito, segundo Macedo.

Esses mesmos fatores, diz o economista do IBGE, alavancaram as vendas de automóveis, que subiram 37,1%. Em novembro, com a redução gradativa do benefício fiscal, aumentaram apenas 0,5% na comparação com outubro. Segundo Macedo, o único setor que não reagiu ao estímulo do governo dado com a desoneração de IPI foi a construção civil. Suas vendas caíram 7,4% no acumulado do ano, mas já esboçaram uma reação de outubro para novembro, com aumento de 2,7%.

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