Produção de carnes de frango, bovina e suína deve ter um aumento de 27% na próxima década. Acréscimo de 6,6 milhões é estimado em relação à produção atual.
Aumento na produção

A produção de carnes de frango, bovina e suína deve ter um aumento de 27% na próxima década. A estimativa consta do relatório “Brasil – Projeções do Agronegócio 2010/2011 a 2020/2021” do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), realizado em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Hoje, a produção é de 24,6 milhões de toneladas, que passará para 31,2 milhões toneladas, ou seja, um acréscimo de 6,6 milhões de toneladas de carne à produção atual.
A maior variação positiva caberá à carne de frango, que chegará a 30 % no período 2020/2021. O cálculo refere-se à elevação da produção atual de 12,1 milhões de toneladas para 15,7 milhões de toneladas.
Depois do frango, figura a carne bovina, com aumento de 24% da produção. O volume produzido saltará de 9,2 milhões de toneladas para 11,4 milhões de toneladas. A projeção indica também que a produção de carne suína passará de 3,4 milhões de toneladas para 4,1 milhões em 2021 – um crescimento de 20,6%.
Leia também no Agrimídia:
- •Gargalo em Miritituba reacende debate sobre estrutura do Arco Norte na safra 2026
- •Frango vive descompasso: preço doméstico cai enquanto embarques disparam 28%
- •Brasil mobiliza pasta e diplomacia para proteger US$ 1,8 bi em carne à UE
- •Soja: chuvas nos EUA derrubam Chicago, mas prêmios firmes seguram cotações no Brasil
“Além do aumento da produção, do mesmo modo que no consumo de grãos, nas carnes, também haverá forte pressão do mercado interno. Desse modo, embora o Brasil seja um grande exportador de vários desses produtos, o consumo interno será predominante no destino da produção”, comenta o coordenador geral de planejamento estratégico do Ministério da Agricultura, José Gasques.






















