Aproximação de final do ano anima produtores catarinenses. Esperança está no consumo interno. Vendas no último trimestre do ano costumam crescer 20%, diz cooperativa.
Ânimo aos criadores de suínos

Na granja com 150 matrizes o produtor Evandro Zanrosso de Santa Catarina cria o leitão até atingir 23 quilos e depois repassa para indústria, que encaminha para o processo de engorda. O criador assume todos os custos. O milho da ração vem de outros estados, o que encare o custo de produção. Ele gasta R$ 4,5 para engordar o porco e recebe cinco reais na hora da venda. No ano passado, neste mesmo período, o produtor conseguia receber um real a mais por quilo vendido.
Há 20 anos, a família Zanrosso trabalha com a suinocultura. Há sete anos, eles encontram um mercado instável. Uma hora o preço sobe e logo cai novamente, o que estaciona a produção e preocupa o produtor, que pensa muito antes de investir.
A esperança dos milhares de suinocultores está no consumo interno, como explica Mário Lanznaster, presidente da cooperativa. “A classe consumidora está aumentando no mercado interno. Isso faz com que as empresas foquem bastante no mercado interno”.
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Segundo a indústria, a tendência é de aumento nos preços. “Eu acredito em um novo período, pois estamos chegando para o fim do ano. É uma tradição nesse período consumir mais produtos derivados. Para o suinocultor, também gira mais”, avalia Lanznaster.























