Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,59 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,49 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,32 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,32 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,69 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,77 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,87 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,36 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 190,40 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,45 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,91 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,71 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,32 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.292,20 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.167,76 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,52 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 168,91 / cx
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Carnes típicas do Natal têm aumento de até 15%

Prática que vem ocorrendo desde o Natal de 2010 nos supermercados é a antecipação da chegada das carnes natalinas.

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Carnes típicas do Natal têm aumento de até 15%

Peru, chester, ave, pernil, lombo ou tender…qualquer que seja a opção, o bolso deve estar preparado. Neste Natal, a ceia deve ficar mais cara. Isso porque os frigoríficos estimam um aumento entre 10% e 15% nos preços das carnes consumidas na data, comparados com os valores do mesmo período do ano passado.

Segundo os fornecedores, o reajuste baseia-se em repasse de custos, elevados pelo encarecimento de commodities, como milho e soja.

Mesmo com a alta, as empresas esperam um avanço de até 10% nas vendas de aves e suínos. Também estão investindo em produtos mais sofisticados e de fácil preparo para atrair o consumidor.

Outra prática que vem ocorrendo desde o Natal de 2010 e pode ser percebida nos supermercado de Rio Claro é a antecipação da chegada das carnes ao varejo, do fim para o início de novembro.

Claudia Terto, gerente de supermercado, destaca que os produtos típicos do Natal estão chegando aos poucos. “Já temos algumas opções nas gôndolas e freezers. Mas todas as novidades devem estar expostas mais no final do mês”, afirma a gerente.

Segundo Claudia, mais da metade da comercialização das carnes comemorativas ainda se concentra em dezembro, principalmente na semana do Natal. “Enquanto a procura por bacalhau acontece mesmo na semana que antecede o Ano-Novo”, acrescenta.

Cuidados – Ao comprar produtos típicos das ceias de Natal e de Ano-Novo, o consumidor deve ficar atento para os itens que estão fora do padrão de qualidade exigido pelo Ministério da Agricultura. Perus, frangos temperados, chesters, lombos suínos e todos os produtos que levam ingredientes de origem animal precisam ter na embalagem o selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF). A identificação certifica que os procedimentos adotados na produção do alimentos seguiram as normas estabelecidas pelo governo.

A fiscalização na indústria verifica desde a ração oferecida aos animais, instalações onde são criados, frigorífico de abate, até as informações que constam das embalagens. O consumidor também deve observar se todas as indicações do rótulo são obedecidas pelo fabricante e pelo comerciante, como temperatura de conservação, data de validade e o tipo da carne descrito.

Existe, ainda, o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) que permite a venda do alimento de origem animal apenas na unidade da federação que o fabrica, e o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) que controla produtos a serem comercializados na cidade em que foram registrados. As duas formas de fiscalização também devem estar identificadas por selos específicos nas embalagens. Vinhos, sucos e refrigerantes também precisam seguir os processos de fabricação indicados pelo Ministério da Agricultura.

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