Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Nutrição

Os ácidos orgânicos podem atender as demandas da moderna suinocultura?

A evolução da tecnologia dos blends de ácidos orgânicos tem acompanhado o progresso do suíno moderno. Seu uso auxilia os produtores a explorar o máximo potencial genético dos animais, preservando seu bem-estar, sua saúde e a segurança dos produtos disponibilizados ao consumidor

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Os ácidos orgânicos podem atender as demandas da moderna suinocultura?

divulgaçaoNas últimas décadas a suinocultura vem passando por profundas modificações, tornando-se cada vez mais tecnificada, sendo gerenciada com extremo rigor com o propósito de otimizar os recursos genéticos, nutricionais, ambientais e de manejo que a compõem.

Preservados os avanços observados, o desmame, comumente realizado na terceira e na quarta semana de idade, ainda é um grande desafio para o segmento, que somado ao aumento do peso ao abate, ao maior ganho de peso e à melhor conversão alimentar, exige plena saúde do sistema digestório do suíno para atender os alvos de produtividade.

Paralelamente, a conduta europeia de banimento do uso dos antibióticos promotores de crescimento, que vem mudando conceitos em todo o mundo, fizeram com que os investimentos em outras classes de aditivos melhoradores do desempenho passassem a participar cada vez mais desta cadeia, em especial àqueles que agem na saúde do trato gastrintestinal, órgão que além das funções que todos conhecemos, também é considerado o principal órgão de defesa do animal.

Neste cenário ainda em desenvolvimento, entre vários aditivos “alternativos”, os acidificantes têm um papel relevante, ocupam um expressivo espaço nas rações desta espécie, e seguem sob um quadro de evolução técnica, em especial quanto à forma de apresentação e uso, acompanhando a evolução da suinocultura.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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