Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Animais clonados: Opção em nosso cardápio?

Dolly foi a primeira ovelha clonada apresentada ao mundo. Desde então, vacas, leiões, gatos, cavalos também foram clonados. Será que um dia, estes animais terão propósitos comerciais?

Redação (28/08/2008)- Parece moda, mas desde a primeira experiência com a ovelha Dolly, na União Européia, muitos países iniciaram seus estudos sobre clonagem. Foram apresentados ao mundo: Vacas, gatos, leitões, cavalos, etc. Porém, será que estes animais criados em laboratório poderão ter algum fim lucrativo no futuro?

A clonagem nunca foi uma prática comercial dentro do continente europeu, e até onde sabemos, não existem produtos clonados a venda. Uma comissão na Europa defende o uso da clonagem para fabricação de alimentos até 2010.

Se dependermos do Comitê Agrícola da União Européia, isso não deve acontecer. Os representantes querem banir o uso de animais clonados na alimentação humana. Na próxima semana esta questão será debatida com mais profundidade na Europa.

O principal argumento de defesa do Comitê Agrícola é a constatação dos problemas que os animais clonados sofrem. "Esses animais ficam mais suscetíveis a doenças e, geralmente, vivem menos. A partir de uma perspectiva agrícola, existem dúvidas sobre o código genético destes animais, tornando-os frágeis", afirma Neil Parish, presidente do Comitê.

Será que a idéia de comer ou beber algum produto clonado não trás a tona a mesma discussão de anos atrás, na decisão de clonar ou não um animal?

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) e o Food and Drug Administration dos US afirmam que não há nenhuma diferença, em termos de segurança alimentar, entre os produtos extraídos dos animais "convencionais" ou de seus clones. No entanto, o presidente do comité científico da EFSA alertou que há uma escassez de dados sobre a clonagem animal e que o argumento da fragilidade deste tipo de animal é válido.

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