Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Animais clonados: Opção em nosso cardápio?

Dolly foi a primeira ovelha clonada apresentada ao mundo. Desde então, vacas, leiões, gatos, cavalos também foram clonados. Será que um dia, estes animais terão propósitos comerciais?

Redação (28/08/2008)- Parece moda, mas desde a primeira experiência com a ovelha Dolly, na União Européia, muitos países iniciaram seus estudos sobre clonagem. Foram apresentados ao mundo: Vacas, gatos, leitões, cavalos, etc. Porém, será que estes animais criados em laboratório poderão ter algum fim lucrativo no futuro?

A clonagem nunca foi uma prática comercial dentro do continente europeu, e até onde sabemos, não existem produtos clonados a venda. Uma comissão na Europa defende o uso da clonagem para fabricação de alimentos até 2010.

Se dependermos do Comitê Agrícola da União Européia, isso não deve acontecer. Os representantes querem banir o uso de animais clonados na alimentação humana. Na próxima semana esta questão será debatida com mais profundidade na Europa.

O principal argumento de defesa do Comitê Agrícola é a constatação dos problemas que os animais clonados sofrem. "Esses animais ficam mais suscetíveis a doenças e, geralmente, vivem menos. A partir de uma perspectiva agrícola, existem dúvidas sobre o código genético destes animais, tornando-os frágeis", afirma Neil Parish, presidente do Comitê.

Será que a idéia de comer ou beber algum produto clonado não trás a tona a mesma discussão de anos atrás, na decisão de clonar ou não um animal?

A Autoridade Europeia de Segurança Alimentar (EFSA) e o Food and Drug Administration dos US afirmam que não há nenhuma diferença, em termos de segurança alimentar, entre os produtos extraídos dos animais "convencionais" ou de seus clones. No entanto, o presidente do comité científico da EFSA alertou que há uma escassez de dados sobre a clonagem animal e que o argumento da fragilidade deste tipo de animal é válido.

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