Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Saúde Animal

Desafios para acabar com coccidiose suína

Veterinário da Uniquímica pesquisa causas e efeitos da doença que afeta, principalmente, leitões de 5 a 15 dias de idade.

Desafios para acabar com coccidiose suína

Pesquisa por César Valandro – Médico Veterinário, Uniquímica

A Coccidiose Supina é uma doença entérica que acomete os leitões, principalmente entre 5 a 15 dias de idade, provocando diarréia persistente. A infecção ocorre com maior freqüência em instalações com falta de higiene, condição ambiental inadequada onde um elevado número de leitões apresenta manifestações clínica com efeitos negativos ao desempenho dos mesmos. A mortalidade geralmente é menor que 5%, porém pode atingir mais de 20% quando associada aos outros agentes.

Os leitões mais velhos e animais adultos atuam como portadores. As possíveis fontes de infecção são as fezes dos leitões infectados de lotes anteriores que permanecem nas baias, e as fezes da própria matriz infectada. A doença pode persistir no plantel por várias semanas ou meses, quando se utiliza um sistema de manejo contínuo.

Ocorre com maior freqüência nos períodos mais quentes e úmidos, pois temperatura e umidade elevadas favorecem a esporulação dos oocistos, que permanecem durante muito tempo no meio ambiente e são resistentes a maioria dos desinfetantes utilizados. Sua permanência viável no solo chega até a 15 meses em temperatura de 40 a 45°c.

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