Veterinário da Uniquímica pesquisa causas e efeitos da doença que afeta, principalmente, leitões de 5 a 15 dias de idade.
Desafios para acabar com coccidiose suína

Pesquisa por César Valandro – Médico Veterinário, Uniquímica
A Coccidiose Supina é uma doença entérica que acomete os leitões, principalmente entre 5 a 15 dias de idade, provocando diarréia persistente. A infecção ocorre com maior freqüência em instalações com falta de higiene, condição ambiental inadequada onde um elevado número de leitões apresenta manifestações clínica com efeitos negativos ao desempenho dos mesmos. A mortalidade geralmente é menor que 5%, porém pode atingir mais de 20% quando associada aos outros agentes.
Os leitões mais velhos e animais adultos atuam como portadores. As possíveis fontes de infecção são as fezes dos leitões infectados de lotes anteriores que permanecem nas baias, e as fezes da própria matriz infectada. A doença pode persistir no plantel por várias semanas ou meses, quando se utiliza um sistema de manejo contínuo.
Leia também no Agrimídia:
- •Itu formaliza pedido à ALESP para reconhecer o município como Capital Paulista da Suinocultura
- •Frente fria avança pelo Sul e atinge SP e MS, enquanto ar seco mantém alerta no interior do país
- •UE: Sistemas de resfriamento tornam-se padrão na suinocultura
- •Brasil se aproxima do topo global das exportações agro e ameaça hegemonia dos EUA
Ocorre com maior freqüência nos períodos mais quentes e úmidos, pois temperatura e umidade elevadas favorecem a esporulação dos oocistos, que permanecem durante muito tempo no meio ambiente e são resistentes a maioria dos desinfetantes utilizados. Sua permanência viável no solo chega até a 15 meses em temperatura de 40 a 45°c.























