Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Sanidade

Intoxicação alimentar no MT

Mais de 300 crianças podem ter sido contaminadas pela merenda escolar. Amostras de carne e ovos foram recolhidas pela Vigilância.

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Cerca de 370 crianças, com idades entre 5 e 11 anos, procuraram atendimento na Unidade Mista de Saúde de Tangará da Serra, no Mato Grosso, nos últimos três dias com sintomas parecidos: diarreia, vômito, febre e dor na barriga. Segundo a unidade, a maior parte das crianças estuda na rede púlica de ensino. As autoridades de saúde investigam a possibilidade da merenda ter sido contaminada pela bactéria salmonela, encontrada em 7 dos 10 exames feitos até o momento. “Esse tipo de bactéria normalmente é encontrado em alguns tipos de alimentos de origem animal, principalmente ovo ou condimentos de ovo, laticínios em geral. Alimentos com problema de armazenamento”, explicou o infectologista Alessandro Zuchetto.

Como a maioria dos alunos estuda na rede municipal, a suspeita é de que a contaminação tenha partido de dentro das escolas. A possibilidade fez a Vigilância Sanitária determinar a mudança no cardápio da merenda. Agora, somente suco e bolacha são servidos aos alunos. “Foi pedido que, até que se saiba o que causou o problema, que não servíssemos determinados alimentos”, disse a nutricionista Janice Barreto Costa.

A Vigilância Sanitária recolheu amostras de alimentos servidos nas merendas. A coordenadora Martides de Souza Malaco afirma que não encontrou irregularidades nos estoques de nenhuma escola. “A carne bovina e as aves estavam separadas. Estava dentro do prazo de vencimento, congelada, com a higienização correta”, frisou.

Martildes não descarta a hipótese de algumas dessas mercadorias terem sido fornecidas já contaminadas pela bactéria.

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