Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
Destaque Todas Páginas
Sanidade

MS investe em sanidade

Mato Grosso do Sul espera retomar status sanitário de zona afetada por febre aftosa em 2005. Estado é considerado de risco médio.

Compartilhar essa notícia

Atingido no fim de 2005 por casos de febre aftosa, o Mato Grosso do Sul conta nos dedos a chegada de fevereiro, quando uma reunião da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) que será realizada em Paris deverá avaliar o pedido do governo brasileiro de revisão do status sanitário para a febre aftosa da chamada Zona de Alta Vigilância (ZAV) do Estado.

Criada em 2008 para garantir o fim da aftosa na região, a ZAV abrange 12 municípios – com cerca de cinco mil propriedades – em uma faixa de 15 quilômetros de largura ao longo de mil quilômetros na fronteira do Estado com Bolívia e Paraguai. “Tivemos resultados de relatórios muito favoráveis e esperamos ter o mesmo status do resto do Mato Grosso do Sul”, afirma a secretária estadual de Agricultura, Tereza Cristina Correa da Costa.

A chamada zona “tampão” é considerada de risco médio, por isso a carne de gado proveniente da ZAV só pode ser vendida após maturação e desossa. Até setembro de 2009 não era possível comercializar gado para fora do Estado – e ainda não é permitido exportações da região.

De acordo com a secretária, o Estado sofreu um encolhimento estimado de cerca de 10% em seu rebanho bovino desde 2005 e conta atualmente com cerca de 22 milhões de cabeça de gado.

“O problema é que a pecuária ficou muito tempo em situação ruim. Primeiro foi a febre aftosa, depois a queda nos preços, que tornaram os custos de produção mais altos que o da carne. Muita gente foi obrigada a vender vaca”, diz, lembrando que o nível de preços já está bem melhor. Em setembro/outubro, diz ela, atingiu R$ 102, 00 a arroba no Estado. “Mas o nível de investimento no campo foi reduzido e o pecuarista ficou descapitalizado”.

Tereza lembra ainda que 16 plantas foram fechadas, a grande maioria de pequenos e médios frigoríficos, mas outras grandes também se foram – como o Independência, que tinha três unidades no Estado antes de entrar em recuperação judicial, e Frialto, com uma. “A planta do Independência em Nova Andradina era considerada modelo antes da chegada do Bertin ao Estado”, lamenta a secretária estadual.

Para ela, o avanço implacável do setor de papel e celulose não é uma ameaça a essa atividade econômica. “O eucalipto é o grande eixo de desenvolvimento do Estado e vai entrar na área de pecuária, mas não acabar com ela”, diz Tereza Cristina. Em sua opinião, é possível plantar a espécie em 30% da propriedade e elevar a produtividade do gado.

Assuntos Relacionados
investimentoSanidade
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343