Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Sanidade

Suspensão de vacinação no RS

Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, defendeu ontem (31) o fim da vacinação no país como forma de ampliar mercados para a carne brasileira.

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Suspensão de vacinação no RS

O Rio Grande do Sul deve parar “o quanto antes” de vacinar seu rebanho bovino contra a febre aftosa. A opinião é de Pedro de Camargo Neto, pecuarista e presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Para o dirigente, que defende o fim da vacinação no país como forma de ampliar mercados para a carne brasileira, o Estado é o “mais preparado para suspender a vacinação atualmente. O Rio Grande do Sul tem status de livre de aftosa com vacinação.

Camargo Neto falou sobre o tema ontem na audiência pública “Status Sanitário do Rebanho do RS”, na Casa da Assembleia Legislativa, na Expointer, em Esteio (RS).

“O status de livre de aftosa com vacinação era uma etapa para o processo de erradicação da doença e foi cumprido há 10 anos”, comentou ele, referindo-se ao Rio Grande do Sul. O último foco da doença no Estado ocorreu em meados de 2000, na cidade de Joia.

“É hora de parar de vacinar. Mas isso demanda que se tenha confiança no sistema de sanidade”, afirmou o dirigente. Segundo ele, alguns produtores que tiveram os negócios prejudicados pelo surto em 2000 são contrários ao fim da vacinação.

Essa postura indica, diz ele, desconfiança no sistema de vigilância da saúde animal no país. “Se não há confiança [no sistema], como confiar no controle da cobertura vacinal”, questiona. Para Camargo Neto, “continuar a vacinar seria a confirmação de que os serviços públicos de saúde animal não têm a qualidade que deveriam ter”.

Depois do Rio Grande do Sul, outras regiões do país também deixariam de vacinar, gradativamente, defende o dirigente.

Segundo Camargo Neto, após dois anos sem vacinar, o Rio Grande do Sul faria sorologia no rebanho local para ser submetida à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), para reconhecimento como livre de aftosa sem vacinação. “Com isso, seria possível abrir o mercado do Japão”, afirma.

Um facilitador é o fato de o Estado de Santa Catarina já ser reconhecido como livre sem vacinação pela OIE. Uma missão japonesa visita o Estado atualmente para inspecionar a produção de carne suína.

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