Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Sanidade

Agronegócio mineiro e baiano recebem missão da Organização Mundial de Saúde Animal

OIE ainda se reuniu com representantes do CNA para discutir o setor agropecuário brasileiro no mercado internacional.

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Agronegócio mineiro e baiano recebem missão da Organização Mundial de Saúde Animal

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (Faemg) e outras entidades do agronegócio mineiro se reuniram na manhã dessa quarta (19/2) com o governo estadual e membros da Organização Mundial da Saúde Animal (OIE), em BH. O objetivo da entidade internacional é conhecer e avaliar o serviço veterinário brasileiro, oferecendo soluções para otimizar a sanidade no País, em acordo com exigências do mercado mundial. Em Minas Gerais, a comitiva da OIE ouviu representantes da Faemg, Sinduscarnes, Silemg, Avimig e do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Entre os pontos fortes, destaque foi o bom relacionamento dos órgãos governamentais com as entidades e os produtores, com diálogo constante e frequente realização de consultas públicas. Por outro lado, as críticas se centraram na alta burocratização dos processos e na necessidade de atualização e adequação da legislação à realidade do agronegócio atual.

Bahia

A Agência de Defesa Agropecuária (Adab), vinculada à Secretaria Estadual da Agricultura (Seagri), passou por uma auditoria da Missão Internacional da Organização de Saúde Animal (OIE), na segunda e terça-feira (17 e 18). A equipe composta por dois auditores, Eric Fermet e Ana Batalha, acompanhados pelo observador do Departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Nilton Morais, examinou as atividades dos programas desenvolvidos pela Diretoria de Defesa Sanitária Animal e pela Diretoria de Inspeção de Produtos de Origem Agropecuária da Adab, com o objetivo de avaliar o Serviço Veterinário Brasileiro, buscando informações do Serviço Veterinário Oficial e de entidades público e privada envolvidas no Sistema de Defesa Agropecuária do Brasil.

A Universidade Federal da Bahia (Ufba), a União Metropolitana de Educação e Cultura (Unime), Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) e o Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia (CRMV/BA) também foram averiguados para saber como é abordada a defesa agropecuária voltada para a formação dos futuros médicos veterinários baianos. As Associações de Criadores, a Federação da Agricultura, Polícia Militar da Bahia, o Fundo de Desenvolvimento da Pecuária (Fundap), o Serviço de Vigilância Sanitária do município de Feira de Santana, os médicos veterinários autônomos e produtores baianos foram abordados e ouvidos pelos auditores para saber o nível de consciência referente à importância da defesa agropecuária para o setor.

CNA

A comitiva da OIE esteve também na sede da CNA, em Brasília, na última semana. Durante o encontro, o vice-presidente diretor da CNA, Eduardo Riedel, destacou o foco do setor agropecuário brasileiro no mercado internacional, com o objetivo de conquistar cada vez mais mercados para a carne brasileira, o que reforça a importância de se ter um serviço veterinário eficiente. “Recentemente, abrimos escritórios da CNA na China e na União Europeia para entender melhor estes mercados. Estamos conversando mais com os agentes de comércio internacional dos mercados onde os produtos brasileiros estão inseridos”, afirmou.

Para o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa, Guilherme Marques, que também é presidente da Comissão Regional da OIE para as Américas, o Brasil tem uma responsabilidade global em razão das relações comerciais que mantém com o mundo e tem feito “o dever de casa” no que diz respeito ao controle rigoroso da sanidade animal para a conquista de mais mercados. Como resultado deste controle, ele disse que, em breve, todo o território brasileiro deverá ser reconhecido como área livre de febre aftosa.

Com informações da Faemg e Adab

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