Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Sanidade

Agroindústria defendeu novo status em SC

A agroindústria, principalmente a ligada à suinocultura, queria chegar ao mercado japonês e para isso precisava do certificado.

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Agroindústria defendeu novo status em SC

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedroso, diz que o Estado obteve o certificado de território livre de aftosa sem vacinação há oito anos e que agora começa a colher os frutos desse processo. Ele lembra que o novo status foi reivindicado principalmente pela agroindústria, e que não sofreu resistência por parte dos bovinocultores.

“A agroindústria, principalmente a ligada à suinocultura, queria chegar ao mercado japonês e para isso precisava do certificado”, conta. Empresas como Sadia e Perdigão lideraram o movimento pelo novo status. Ele acredita que os bovinocultores paranaenses, assim com os gaúchos, resistem à medida porque trabalham com genética e investem mais na atividade que os catarinenses. “Não querem correr risco nenhum”, justifica.

Pedrosa conta que toda a sociedade catarinense abraçou a causa e chegou a denunciar a entrada de caminhão clandestino de boi. “A polícia foi atrás e abateu cerca de 40 bois gordos, que foram incinerados”, conta. De acordo com o presidente da federação, o certificado foi fundamental para o desenvolvimento da suinocultura do Estado.

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