Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Outubro: Como a portaria 265 da ADAPAR vem garantindo a sanidade das criações

A edição 314 da Suinocultura Industrial falou sobre a produção de suínos no Brasil, que vivenciou um avanço nas últimas décadas, impulsionado pela melhoria do rendimento  e pelo aumento da…
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Outubro: Como a portaria 265 da ADAPAR vem garantindo a sanidade das criações

A edição 314 da Suinocultura Industrial falou sobre a produção de suínos no Brasil, que vivenciou um avanço nas últimas décadas, impulsionado pela melhoria do rendimento  e pelo aumento da escala produtiva em diversas regiões do país. No entanto, esse crescimento também trouxe desafios significativos, especialmente quando se trata da manutenção da saúde dos animais e da prevenção de riscos de contaminação e disseminação de agentes infecciosos. A biosseguridade emergiu como o pilar fundamental para garantir a continuidade da produção e o atendimento às demandas dos mercados interno e externo, proporcionando alimentos mais seguros para os consumidores.

Desde as ocorrências de Peste Suína Clássica (PSC) no norte e nordeste do país, agravadas pelos casos de Peste Suína Africana (PSA) na República Dominicana, tornou-se evidente a necessidade de uma abordagem proativa para evitar a entrada dessas doenças no Paraná e em outras regiões. A avicultura brasileira já é um exemplo de sucesso na implementação da biosseguridade, resultado de anos de investimento e comprometimento do setor, tornando-se referência para outras cadeias produtivas. Não há maneira mais eficaz de prevenir a introdução de doenças de alto impacto na suinocultura do que priorizar a biosseguridade.

Sendo essa pauta uma necessidade, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), implementou, em novembro de 2018, a Portaria 265, que trouxe diversas exigências para manter a biosseguridade das granjas e que, desde então, vem mudando o panorama sanitário do estado. “Pesquisamos trabalhos em outros países e encontramos na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) – Suínos e Aves, localizada em Concórdia (SC), um guia detalhado sobre este tema”, informa Rafael Gonçalves Dias, médico-veterinário e gerente de Saúde Animal da ADAPAR. “Além disso, no Paraná, nós temos o Comitê de Sanidade dos Suínos (COESUI), que é um grupo consultivo e com a participação da iniciativa privada, na qual participam ativamente representantes das indústrias, cooperativas, produtores, conselhos, sindicatos, entre outros. Neste grupo apresentamos as principais propostas de legislação antes das publicações, o que foi feito com a Portaria 265/2018”.

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