Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,19 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,81 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,73 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,74 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.473,16 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Biosseguridade

Argentina pede informações a Venezuela sobre importação de suínos da Rússia

Senasa solicitou ao serviço de saúde da Venezuela informações oficiais sobre o tipo de produto, volumes esperados e garantias sanitárias

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Argentina pede informações a Venezuela sobre importação de suínos da Rússia

Em conformidade com as estratégias de prevenção e preparação para evitar a introdução e eventual dispersão da peste suína africana na Argentina , o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa) solicitou informações a Venzeuela sobre a possível importação de carne suína da Rússia, já que há regiões afetadas pela doença no país .

O Senasa solicitou ao serviço de saúde da Venezuela informações oficiais sobre o tipo de produto, volumes esperados e garantias sanitárias, o que permite uma avaliação real dos riscos assumidos. Ao mesmo tempo, o Senasa reforçou o controle direcionado aos passageiros de vôos diretos (ou com escalas) desse país, para detectar produtos de risco, como carne de porco, lingüiça fresca ou seca e carne salgada.

Além disso, por proposta da Agência Argentina, o Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul (CVP), que reúne os serviços veterinários de nosso país, Brasil, Uruguai, Paraguai e Chile, enviará um pedido de informações oficiais equivalentes à Venezuela nos próximos dias.

Segundo informações não oficiais, o protocolo assinado entre o serviço veterinário da Venezuela e o da Rússia para garantir exportações, atinge a carne suína desossada e contempla garantias de saúde que minimizem o risco de transmissão.

Atualmente, na Argentina, os controles oficiais do Senasa são direcionados principalmente para os fatores identificados como o maior risco de introdução da doença, como o transporte internacional de passageiros e o manuseio de resíduos de alimentos resultantes do transporte de passageiros e carga internacional.

Deve-se lembrar que a PSA nunca foi detectada na Argentina e é de notificação obrigatória. Essa doença, que não afeta as pessoas nem altera a segurança da carne, causa grandes prejuízos econômicos à produção suína nos países afetados.

Em nota o Senasa afirmou que “Os cidadãos podem ajudar a manter esta doença longe de nossos rebanhos. Para fazer isso: os produtores devem garantir a supervisão veterinária e a implementação efetiva das medidas de biossegurança correspondentes de sua produção ou posse de porcos e informar o Senasa de qualquer evento sanitário irregular no estabelecimento.”

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