Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Avicultura pede zoneamento à Seab

Produtores do Paraná sugerem novas medidas para garantir a sanidade dos plantéis.

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Redação AI 16/04/2003 – O Paraná, que é líder nacional na produção de frangos, mais uma vez sai na frente de outros estados ao apresentar propostas para uma nova normatização do setor avícola, ampliando as barreiras fitossanitárias existentes e visando a criação de um zoneamento para os diversos tipos de aves, com o objetivo de dar garantias de sanidade aos plantéis.

Segundo o presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, o principal objetivo das medidas levadas ontem ao secretário estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab), Orlando Pessuti, é manter a profissionalização alcançada pela atividade no Paraná e evitar qualquer tipo de risco sanitário.

“A avicultura paranaense vem marcando passos importantes no cenário nacional e responde hoje por 20% da produção nacional de frangos. Por isso queremos que o Paraná continue sendo referência de sanidade e produção e possa continuar exportando sem problemas”, afirma Domingos Martins.

A proposta do Sindiavipar levada ontem ao secretário da Agricultura se baseia na realidade da produção de aves da União Européia, que é um dos principais mercados importadores da produção brasileira de aves de cortes. Martins cita como exemplo o modelo adotado na Bélgica, onde os estrumes de aves são compostados antes do uso e só podem ser utilizados com chuva, pois nos dias de sol, o vento pode espalhar as toxinas, contaminando animais de propriedades vizinhas.

A justificativa do presidente do Sindiavipar para a criação de uma proposta de zoneamento é para ordenar a produção avícola no estado, diante das diferentes características dos animais, como aves matrizes, de corte industrial e caipira. Segundo Domingos Martins, a avicultura industrial, de postura e a caipira têm suas particularidades. Enquanto um frango de corte é abatido em 45 dias, o caipira tem uma vida média de 120 dias. Desta forma, explica, toda ave que tem uma vida maior acaba se tornando uma hospedeira e pode se tornar um risco em termos de contaminação de doenças.

O Sindiavipar está sugerindo a adoção de alguns procedimentos de segurança, como um distanciamento mínimo entre um tipo de atividade e outro e a solicitação de alvarás de funcionamento das granjas caipiras junto a Emater, que poderia orientar desde o projeto à instalação da atividade.

Outra proposta levada ontem pelo Sindiavipar ao secretário Orlando Pessuti foi o aumento da produção de milho. Para isso, a entidade pede linha de crédito, preço mínimo e o retorno do programa Panela Cheia.

Frango cozido

A avicultura do Paraná já tem um projeto para a venda de frango cozido. As cooperativas Cotrefal e Coopervale já estão trabalhando em cima deste projeto.

Dentro de quatro anos, informou ontem o presidente do Sindiavipar, Domingos Martins, a venda de frangos deve sofrer grandes modificações, já que por exigência do público consumidor, não será mais vendido frango inteiro. “O consumidor está cada vez mais exigente, o que obriga as empresas a inovarem”, destaca.

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