Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Vacina brasileira para Coccidiose aviária

Pesquisa inédita busca desenvolver uma vacina brasileira para o combate à coccidiose aviária.

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Redação AI 04/06/2003 – São intensos os estudos para exterminar a coccidiose dos aviários e assim evitar os elevados prejuízos contabilizados pelos criadores de frango de corte, especialmente.

No Departamento de Parasitologia, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, está em fase de desenvolvimento a versão de uma vacina viva para o combate à coccidiose aviária. O trabalho é inédito no Brasil, uma vez que todas as vacinas usadas são importadas.

Segundo a pesquisadora Urara Kawazoe, os trabalhos estão voltados para o desenvolvimento de cepas de Eimeria, o parasita que provoca a doença, com o seu ciclo de vida abreviado.

A pesquisa visa cobrir três das sete espécies de protozoário existente e que mais atacam os frangos no País: a Eimeria acervulina, a Eimeria maxima e a Eimeria tenella.

O trabalho já está em sua fase final, com o desenvolvimento da cepa de E. tenella, uma das espécies que produz a hemorragia quando ataca as células intestinais do frango. “Esta etapa do trabalho deverá durar cerca de dois anos”, afirma a professora.

A partir daí, “é possível criar uma vacina do tipo atenuada, pela qual o frango chega a ser infectado, desenvolvendo o parasita, mas com danos comerciais mínimos, produzindo imunidade protetora nas aves. O abreviamento do ciclo do parasita pode chegar a 20% do tempo normal, com variações que dependem da espécie”. O protozoário de Eimeria com ciclo de desenvolvimento precoce poderá, com a conclusão da pesquisa, virar a primeira vacina viva com esta técnica desenvolvida no Brasil.

O resultado das pesquisas objetiva à pulverização de uma pequena quantidade da forma final do parasita no frango. O objetivo, neste caso, é fazer com que o sistema imunológico do animal produza anticorpos contra a Eimeria, permitindo uma imunidade parcialmente protetora contra novas infecções, dizem os pesquisadores. Neste caso, poderá haver problema se o manejo na vacinação não for feito de forma adequada. “Uma dosagem errada pode produzir a doença no frango ao invés de imunizá-lo”, explica a cientista Urara Kawazoe.

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