Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Vacina brasileira para Coccidiose aviária

Pesquisa inédita busca desenvolver uma vacina brasileira para o combate à coccidiose aviária.

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Redação AI 04/06/2003 – São intensos os estudos para exterminar a coccidiose dos aviários e assim evitar os elevados prejuízos contabilizados pelos criadores de frango de corte, especialmente.

No Departamento de Parasitologia, do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp, está em fase de desenvolvimento a versão de uma vacina viva para o combate à coccidiose aviária. O trabalho é inédito no Brasil, uma vez que todas as vacinas usadas são importadas.

Segundo a pesquisadora Urara Kawazoe, os trabalhos estão voltados para o desenvolvimento de cepas de Eimeria, o parasita que provoca a doença, com o seu ciclo de vida abreviado.

A pesquisa visa cobrir três das sete espécies de protozoário existente e que mais atacam os frangos no País: a Eimeria acervulina, a Eimeria maxima e a Eimeria tenella.

O trabalho já está em sua fase final, com o desenvolvimento da cepa de E. tenella, uma das espécies que produz a hemorragia quando ataca as células intestinais do frango. “Esta etapa do trabalho deverá durar cerca de dois anos”, afirma a professora.

A partir daí, “é possível criar uma vacina do tipo atenuada, pela qual o frango chega a ser infectado, desenvolvendo o parasita, mas com danos comerciais mínimos, produzindo imunidade protetora nas aves. O abreviamento do ciclo do parasita pode chegar a 20% do tempo normal, com variações que dependem da espécie”. O protozoário de Eimeria com ciclo de desenvolvimento precoce poderá, com a conclusão da pesquisa, virar a primeira vacina viva com esta técnica desenvolvida no Brasil.

O resultado das pesquisas objetiva à pulverização de uma pequena quantidade da forma final do parasita no frango. O objetivo, neste caso, é fazer com que o sistema imunológico do animal produza anticorpos contra a Eimeria, permitindo uma imunidade parcialmente protetora contra novas infecções, dizem os pesquisadores. Neste caso, poderá haver problema se o manejo na vacinação não for feito de forma adequada. “Uma dosagem errada pode produzir a doença no frango ao invés de imunizá-lo”, explica a cientista Urara Kawazoe.

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